Até que a "terrinha", como a Graça dizia, não era um lugar tão atrasado assim. Tinha uma escola particular e outra pública, as duas de nível razoável. Tinha um cinema. Um posto de gasolina, onde os caminhões que transportavam gado e a lavoura se abasteciam. Alias, a cidade vivia e vive em função das colheitas. Até o calendário escolar era diferente do resto do país porque era adequando a época da safra.

 

A população era pequena, claro. A cidade onde eu e a Graça estudávamos tinha 30 mil habitantes, somando zonas rural e urbana. A cidade onde ela nasceu e se criou tinha mil habitantes na zona urbana e pelos campos cerca de 10 mil, mais ou menos, porque em época de colheita essa população rural aumentava com gente de outras cidades e até outros estados.

 

A Graça e eu saímos na noite de terça-feira, depois da aula, pra amanhecermos quarta-feira lá e voltaríamos segunda de tarde, na outra semana, antes da aula. Quarta-feira não tínhamos aula. Quinta-feira seria o feriado. Sexta-feira não haveria aula por causa da véspera. Sábado e domingo eram sábado e domingo. Tudo somado, mais de cinco dias pra nos divertirmos e pra eu conhecer mais o Tiago.

 

Foi o irmão de Graça que nos pegou, com o carro do pai deles. Ele logo faria vestibular também e estudaria com a gente. Era um moço bonito, parecido com o pai dele. Ele me disse que o papai estava muito feliz pela gente passar o aniversário de Graça com eles. E ficou contente quando ele soube que eu ia. Respondi com um "que bom", seco e sonso, mas por dentro fiquei feliz. A Graça deu uma risadinha safada, o irmão dela não fez nenhum outro comentário.

 

Bom, chegamos lá na madrugada de quarta-feira. O Tiago nos recebeu brigando com o filho dele, que havia demorado, mas não era culpa dele, tinha um desvio no caminho por causa de uma ponte que estava em reformas. Eu defendi o rapaz e o Tiago sorriu pra mim, com calma, dizendo:

 

- Bom cê tá gostandu du minino. Eu gostu dissu. – e se virando pro filho – essa aí, mocinhu, quadu é amiga di alguém si meti nas discussões dessi alguém cum us pais delis. Mas tudu bem, gostu dela sê amiga docês!

 

E o Tiago pegou a Graça no colo, que ela tinha dormido no caminho, a levou até a cama dela nos braços, enquanto eu olhava pra ele com a mesma cara de besta do dia em que ele me deu aquela surra no traseiro. Verdade que estava com sono também.

 

- Puxa Ceci, pensei que ia levar uma bela bronca... acho que cê que acalmou ele.

 

O jovem filho do Tiago, hoje meu enteado, me agradeceu pela fria que eu livrei ele e começou a pegar as malas. Eu estava com muito sono, tentei andar mas fiquei dormindo em pé, dei dois passos e me escorei numa arvore, ou no portão, nem lembro... só sei que uns 10 minutos depois que o Tiago pegou a filha dele ele veio me pegar também. Me carregou nos braços até a cama. Me deitou ao lado da Graça e ajeitou minha cabeça no travesseiro. Depois me cobriu, apagou a luz e fechou a porta. Eu me deixei carregar. Os braços dele eram duros e musculosos, mas irradiavam um calor que me agradava muito. Eu me sentia muito menina, sendo carregada assim e muito bem também.

 

Quando acordei, já era hora do almoço. A Graça acordara uma hora antes de mim e estava cozinhando. Ela era uma boa cozinheira, me ajudaria muito depois, no começo do meu casamento, que eu não sabia nada de cozinha.

 

Escovei os dentes, tomei um banho rápido, o Tiago estava acompanhando os peões dele pelas terras dele.

 

Os irmãos de Graça estavam todos felizes por ela estar lá, e comentavam o bom humor do pai deles, coisa rara desde que ele ficara viúvo. A Graça com as irmãs na cozinha falava da vida de estudante, da vida de cidade pequena, que para quem vivia em cidade minúscula... devíamos parecer gente super especial para aquela família.

 

- Oi Ceci – me chamou Graça, da cozinha – eu tô pensando em ir nadar c’ocê e as manas no riacho que tem aqui perto. Que acha?
- Boa idéia! Depois eu pego meu biquíni, tá bom?

 

Me deu vontade de ajudar ela na cozinha. Eu não sabia nada de nada e ela explicava as coisas mais simples, gozando de mim. As irmãs dela acabaram rindo também.

 

Comemos quando o pai deles chegou. O Tiago estava com muito apetite. Me cumprimentou e eu respondi um tanto sem jeito. Ele deu uma risadinha. Igual a risadinha safada da filha dele.

 

A comida da Graça estava deliciosa, ela é uma excelente cozinheira. Hoje eu faço quase tão bem quanto ela. Depois ela disse pro Tiago que queria ir pro rio comigo e as irmãs, Tiago concordou. Ele nos levou pro riacho que ficava perto da casa deles, cinco minutos de carro, e ficou conversando com a Graça, dizendo que eu estava surpreendendo, me comportando muito melhor do que ele esperava – mas foi só até ele ver meu biquíni. Era um biquíni normal, não era nenhum fio dental, a calcinha do biquíni cobria todo meu bumbum, só molhando muito a calcinha entrava na bunda, dando pra se advinhar minhas formas – mas mesmo assim cobria toda a bunda.

 

- Cê pensa im vistir issu pur acasu, dona Ceci?
- Sim, por que não?
- Purque cê tá na minha casa, e é falta di respeto si mostrá ansi, pelada, e juntu cum mias mininas, elas vão ficá faladas pur causa tua!

 

A Graça me olhava com severidade também, igual o pai dela. As irmãs dela ficaram meio sem jeito. Eu fiquei zangada, mas satisfeita também por deixar o Tiago um tanto perturbado, afinal de contas. Então disse:

 

- Essa roupa todo mundo usa de onde eu venho! Eu uso nos clubes e nas praias por onde passo e nunca tive problemas. Cê é o primeiro que me cria caso! Pois eu não tomo banho então, que essa é minha única roupa, e vou embora hoje mesmo! Tá bom assim?

 

O Tiago me olhou com raiva, pensei que ele ia pular em mim pra me bater de novo, mas não, ele simplesmente gritou:

 

- ENTRA TUDU NU CARRU!

 

As meninas e eu entramos. Pensamos que ele ia voltar pra casa dele, e de lá eu iria de ônibus pra onde eu morava, mas pegamos outro caminho. As filhas dele não tiveram coragem de perguntar nada, e eu estava tão emburrada que não queria falar nada também.

 

Ele parou em um outro trecho do riacho, de água limpa, cristalina. Tão clara que dava pra ver o fundo, que era cheio de peixes. Ficava num morro, recebia água de uma cascata, desaguava mais adiante, em outra cascata, entre uma cascata e outra formava uma espécie de lago. A gente via os peixes pulando cachoeira acima e era lindo. O Tiago disse:

 

- Aqui, cêis podem ficá inté peladas, si quiserim, qui ninguém verá. Pur aqui num passa ninguém. Antes di sê di noiti volto pra pegá ocêis. Inté.
- Tchau papai. – disse a Graça, timidamente.

 

O Tiago não respondeu. Ele foi pro carro emburrado e nos deixou.

 

- Veja Ceci, o que cê provocou!
- Ora... eu não quero problemas, mas também não tenho roupa de banho, exceto essa que por não sei que motivo seu pai considera indecente...
- E é! Mas não vamos brigar, aqui é muito bonito e podemos até ficar peladas, papai deixou.

 

As irmãs dela riram, eu também acabei rindo, até a Graça sorriu, e virginalmente fomos vestir nossos trajes de banho. Pensamos que não ia mais ter briga, mas qual, as irmãs de Graça começaram a discutir, porque uma tinha esquecido a roupa de banho e queria emprestado de uma outra, que trouxera dois maios...

 

- Não empresto coisa nenhuma, quem manda cê ser relaxada?
- Ora... já se viu tanto egoísmo!
- Toma banho pelada, não viu que papai deixou?
- Pois vou tomar mesmo! Não preciso de favor teu, não preciso de caridade tua, tiro a roupa e caio na água!

 

E tirou a roupa. Ela tremia, de pudor, de vergonha, eu olhando pra ela safada, a Graça olhando pra ela severa, as outras irmãs espantadas... mas era muito bonita, pele branca, cabelos castanhos, os pentelhos loiros, com raízes escuras... linda mocinha com lindo cabaço.

 

Acabamos rindo. Ela tremia toda quando caiu na água. A Graça ralhava comigo e com a outra irmã, eu por ter começado a discutir com o Tiago, a irmã pelo egoísmo dela. Mas que culpa eu tinha? Até disse pra Graça:

 

- Olha, tua maninha lá pelada tá tão bonita e nada com tanto gosto que eu acho que vou tirar a roupa e cair na água pelada também...
- Essa não, Ceci!
- Porque não? Não foi o Tiago que disse que podemos?

 

Enquanto a Graça ponderava que era só força de expressão, eu tirei o biquíni da discórdia e fiz companhia a minha colega de cabaço e nudez. Ficamos duas Iracemas, virgens da natureza, a se banhar no belo e lindo riacho.

 

A Graça pôs a mão na boca, incrédula e espantada, mas achou aquilo tão absurdo que não ficou zangada e depois pensou: "ora, elas têm razão!" e tirou a roupa pra cair na água com a gente, pelada feito a gente. As outras irmãs dela também se despiram, e todas peladas, a maior festa do "oba-oba" com as virgens do coração do Brasil, nadando num dos mais belos riachos do mundo, digno de um quadro de um mestre clássico, ou digno de uma matéria do globo repórter.

 

Os peixes, brincávamos com os peixes, deixávamos eles no meio dos nossos pentelhos, e riamos com as cócegas que eles faziam, como um bando de narizinhos no reino das águas claras. Narizinho com o príncipe peixe, Monteiro Lobato devia estar pensando em moças tomando banho peladas e brincando com os peixes nos pentelhos, nos cabaços...

 

Foi bom, durou a tarde toda. Uma das irmãs de Graça cansou, se vestiu e ficou de guarda pra quando o pai delas chegasse. Ela viu o Tiago subindo morro acima e deu um grito. Foi um tal de donzela correr pra botar maio e biquíni, que tínhamos posto na margem do rio pra ficar a mão, pra gente se vestir quando ele aparecesse, que o Tiago tinha autorizado aquela peladagem toda, mas podia não gostar e brigar, e ninguém estava muito a fim de ficar com o rabo quente.

 

O Tiago nos encontrou a todas de bom humor. Ele também estava bem humorado. Nós voltamos pra casa pedindo pra ele nos levar no outro dia pra lá, mas ele disse:

 

- Aqui é bom mas é longi! Cês vão é brincá pertu di casa mesmu! Inté já cumprei otro maio pá Ceci!

 

Fiquei meio decepcionada, mas não disse nada. Adorei banho de cascata pelada. Ele então perguntou se tudo tinha corrido bem, e a Graça disse:

 

- Teve só uma rusga entre a Lúcia e a Ana...
- Pur que?
- A Ana esqueceu o maio e a Lúcia tinha dois e não quis emprestar...
- Bom, a Ana si banhô, intão devi tê pegu o maio da Lúcia...

 

O Tiago disse isso olhando severamente pra Ana, que ficou sem jeito pra mentir, então disse a verdade:

 

- Bom papai... eu... tomei banho pelada. Cê não disse que se a gente quisesse tomar banho até peladas podia? Pois foi o que fiz, tirei a roupa e tomei banho nua. A Lúcia não queria me emprestar o maio dela...
- É... eu realmenti dissi issu... intão passa. Mas foi só cê qui ficou pelada?

 

Ele olhou para as outras filhas e para mim. Eu disse então:

 

- Eu também, seu Tiago. Ela nadou pelada com tanto gosto que eu tirei a roupa e fiquei nua com elas.
- Nós todas! – disseram as outras antes que o pai delas perguntasse – tava tão bom, nadar nua é bom, e cê disse que podia...
- Realmenti dissi... bom, foi pur causa das birras da Ceci, afinal di contas – não gostei dele falar birras minhas, mas ele sorria e isso era bom – cês num tiveram culpa. Cê, Ceci, depois vá inté us fundus da casa, qui quandu a genti chegá vô cunversá cocê lá...

 

As meninas ficaram espantadas. A Graça olhava a janela e as outras olhavam pasmas pra mim. Eu não sabia ainda, mas isso de conversinha nos fundos da casa significava uma surra longe dos olhares curiosos, quando um mocinho ia apanhar de cinto nas costas ou uma moça ia apanhar de mão ou chinelo na bunda, era lá que o Tiago mandava esperar ele. Ele batia e o povo não ficava sabendo. E as moças ficaram pasmas que eu, do meu tamanho, mais velha que a Graça, que era a primogênita do Tiago, e estranha á família, ainda não era nem noiva nem nada, fosse apanhar feito uma delas.

 

Mas eu não sabia disso e fiquei na minha, sem entender nada de nada...

 

Quando chegamos, o Tiago me mandou esperar nos fundos para nossa conversinha. Disse ao meu ouvido: "Cê vai gostá!" e eu fui, pensando o que seria. Ele mandou as moças fazerem os serviços delas lá de casa, e eu fui para os fundos.

 

Esperei ele por um minuto, mais ou menos. Ele chegou com um chinelo, um cinto e um chicotinho de equitação, e me mandou escolher um dos três ou a mão.

 

- Pra que? – perguntei.
- Pra apanhá – ele respondeu, com a maior calma do mundo.

 

Olhei pra ele com a mesma cara de besta do dia em que ele me espancou o rabo na outra cidade. Ele olhando pra mim me excitava e me assustava ao mesmo tempo. Continuei a falar com ele, e a medida que a gente conversava minha "virgo intacta" ia se umedecendo...

 

- Ora... com que direito?
- Bom... cê quis tumá banhu im traji indecenti, e eu num deixei pra mininas, qui tavam c’ocê, nun ficarim faladas. Cê ficô injuada, e dissi qui ia imbora, num gostei, i pá remediá levei todas pá brincá notro lugá. I lá todas as cincu donzelas ficaram peladas. Culpa tua! Pelo menus im parti! Issu mi dá direitu. Mas num é u mutivu.
- E qual é o motivo?
- É qui gostei d’ocê, desdi qui ti vi.

 

Sorri, achei bom, mas ainda não entendia nada.

 

- E vai me bater por isso?
- Pensa qui num vi qui cê adorô as pamadas qui ti dei naqueli dia?

 

Jesus, ele falando isso, tremi, era verdade, e queria outra surra... tomar banho nua me havia deixado muito relaxada, e eu me excitava com essa conversinha, e eu tinha vontade de apanhar mesmo... ele estava sorrindo para mim, calmo, esperando eu decidir:

 

- I cê quer u que, afinal di contas? Chinelu, cintu, chicoti ou mão?
- Meu Deus, que loucura... quero de mão, mas olha, será o seguinte: quando eu disser já, cê corre atrás de mim pelo quarto. Quando me pegar, me arrasta até uma cadeira, me deita no eu colo, levanta minha saia, arranca minhas calcinhas e me bate na bunda pelada. Eu vou fazer o maior escândalo, gritando e te xingando, esperneando e esbracejando, mas não vou querer escapar de verdade. Cê me dar uns tapas bem barulhentos, fortes e barulhentos, e ralha comigo me chamando "minina", e dizendo que uma donzela, uma virgem tem que se dar ao respeito.
- Tá bom, será ansí.

 

O Tiago sorria, olhava pra mim com o maior amor... eu então me preparei pra correr dele, ele se preparou pra correr atrás de mim, e eu disse: "já!". Começamos a correr pelo quarto, ele pra me pegar, eu pra escapar dele... a porta do quarto estava perto de mim, mas eu não queria correr dali, era só teatro.

 

Ele logo me pegou. Me arrastou até uma cadeira, eu fazia toda a força pra escapar, sem medo de acabar escapando, afinal ele era muito mais forte do que qualquer homem que conhecia, e eu gritava, xingava, esmurrava ele, era uma pulga batendo num elefante, e quando ele me deitou a força no colo, meu cabaço já estava totalmente úmido, virgem molhadinha, bicos dos peitos durinhos, e ele me levantou a saia, minhas pernas balançando, eu não queria sair e fazia o possível pra sair, pra dar realismo a surra na verdade, e ele me arrancou as calcinhas... como tava bom!

 

PLAFT

 

O primeiro tapa! Logo outros! Nessa de fingir querer escapar e fazer tudo pra escapar justamente por saber impossível meu cabaço foi se esfregar nas pernas, nos joelhos do Tiago, e alcançei o orgasmo rapidamente... foi um orgasmo gostoso, os tapas PLAFT PLAFT... e meus falsos mas barulhentos protestos, minha xingação, e ele dizendo onde já se viu, uma virgem tomando banho pelada! Toma! PLAFT e desviando as outras! Toma! PLAFT e xingando desse jeito! Toma! PLAFT eu não quero ser mais virgem quero ser puta putinha ORA TOMA! Esse cabaço só saí casando viu? PLAFT se dê valor PLAFT não admito PLAFT e eu gritava reclamava chorava xingava e o Tiago PLAFT PLAFT PLAFT... PLAFT que escandalo!... PLAFT que surra!... PLAFT que delícia!... que mão pesada e firme e forte a estourar no meu traseiro... e meu cabaço roçando as pernas do Tiago... e eu delirei, chorei, gozei, gozei, gozei...

 

Ele cansou!

 

Não gozou nas calças, admirável autocontrole. Mas deve ter ido pro banheiro depois.

 

A minha bunda, marcada de dedos e inchada, um toque me fazia gemer, e gozar... por toda a parte, minha bunda e a parte de cima das coxas, a pele toda rosa, com marcas vermelhas, algumas roxas, de dedos...

 

Eu já tinha gozado e muito, e por várias semanas, até voltar lá no outro feriado, eu me masturbaria e teria muitos orgasmos pensando nessa surra que o pai de Graça me deu, e nas histórias que a Graça me contaria depois...

 

No domingo foi a festa de aniversário da Graça. O Tiago tinha matado dois bois e estavam deliciosos. As irmãs da Graça fizeram um monte de quitutes bons na cozinha, e não deixaram ela fazer nada no aniversário dela. O Tiago dizia para o convidados:

 

- Genti, a Graça faz anus hoji, mas eu ganhei um presenti dela: essa amiga dela é uma linda donzela e é minha noiva. Eu a pedi e ela concordou. Vai casar cumigu.

 

Os homens de lá cumprimentaram Tiago com sinceridade. Ele tinha o maior orgulho de mim, que era virgem e bonita. Eu tinha o maior orgulho dele que era machão, forte e arrojado. A Graça, felicíssima, porque era aniversário dela e porque o pai que ela amava ia se casar com a melhor amiga dela, que ela admirava. Os filhos homens do Tiago, todos gostavam de mim, e as meninas, bem, elas achavam bom, mas um tanto estranho, eu tinha levado a maior pisa que o pai delas tinha dado em alguém, a surra fora na quarta e domingo ainda meu rabo ainda estava meio quente... o que elas não sabiam era do prazer que eu tirava quando a Graça contava as histórias das surras na família dela. Ainda tenho muito que falar do meu noivado...

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