Ao começar a namorar aquela ninfetinha, de 18 anos, Bruno não esperava experimentar uma forma de prazer, que não conhecia.

Mariana, era morena, baixinha; bastante geniosa e rebelde. Havia perdido a mãe muito cedo, e morava com o pai, um ocupado executivo, e a irmã mais velha.

Uma noite, Bruno foi visitar Mariana, ligou do celular no caminho, mas ninguém atendeu. Ficou preocupado, pois a namorada disse que não saíria de casa.

Chegando na casa, Bruno tocou a campainha e, novamente, ninguém atendeu. O carro de Mariana estava na garagem, deixando-o mais preocupada ainda. Ouviu então alguns "estalos", muito altos, vindos do segundo andar; mexeu no trinco, e por acaso a porta estava destrancada.

Como tinha intimidade com a família, resolveu subir. Viu que o barulho, cada vez mais alto, vinha do quarto da namorada. A porta estava entreaberta, e quando se aproximou, deu um passo para trás.

Mariana estava deitada de bruços, no colo da irmã, e os "estalos", eram resultado de fortes chineladas, que ela recebia de Luciana. Luciana também era morena, mas, mais alta e mais forte; e sete anos mais velha.

Bruno ficou estarrecido, a princípio. Mas alguma coisa o fazia ficar ali observando.

A irmã mais velha, usava um chinelo de borracha, tipo havaianas; que deixava a bunda de Mariana, vermelha e inchada.

A surra durou mais dez minutos, Bruno rapidamente, desceu e saiu da casa; e tocou a campainha novamente.

Logo depois, Mariana veio abrir a porta, com os olhos vermelhos, o que disse ter sido consequência de uma briga com a irmã.

Por alguns dias ela evitou ficar nua na frente de Bruno, e este não conseguia esquecer aquela cena.

Uma noite, após algumas cervejas, ele acabou confessando à namorada, que ele havia assitido a surra que ela levou da irmã.

Mariana ficou sem graça, no começo, e perguntou o que Bruno achou daquela situação. O rapaz explicou que se surpreendeu, mas que também, achou sensual, vê-la naquela posição, com a bunda marcada.

Ela falou que não guardava mágoa de Luciana, por aquela, e por outras surras; que revelou ter levado, desde os oito anos. Contou-lhe que a irmã, com a morte da mãe, desde a adolescência, ajudou o pai a criá-la; e que por isso, sentia-se no direito de castigar Mariana, quando julgava necessário.

A "ninfeta" disse que Luciana desde jovem, já sabia como bater; devia ter aprendido com a mãe, da qual, ela se lembrava apenas de uma surra quando criança. Mas também falou que a mão de sua irmã mais velha era mais pesada. Já bastante a vontade, ela "brincou", que daria um jeito dele assistir a outra surra.

Um dia, estavam na sala da casa de Mariana, ela, Luciana e Bruno; e as irmãs estavam tendo uma leve discussão. A ninfetinha foi malcriada, quase que provocando a irmã. Bruno então achou que seria uma ótima oportunidade para realizar sua fantasia. Luciana, em tom de brincadeira, disse que daria umas "palmadas" em Mariana. Esta disse para a irmã parar, pois Bruno estava ali.

Mariana se assutou, achou que Luciana estava falando sério; deve ter reparado que a irmã, usava um tamanco grosso com sola de madeira, o que seria muito pior que o chinelo.

Olhou para Bruno, e viu que ele se deliciava com a situação e resolveu satisfazer o namorado, apesar de conhecer o peso do tamanco da irmã. Luciana sentindo-se desafiada, puxou uma cadeira, tirou o tamanco do pé, sentou-se e chamou Mariana. Esta sabendo o que deveria fazer, deitou-se no colo da irmã, e baixou o short.

Bruno ficou impressionado com a força da mão da cunhada, e dessa vez a bunda de Mariana ficou roxa.Mariana chorou, mas depois confessou ao namorado, que adorou o castigo. O rapaz lhe disse que até gostaria de experimentar o chinelo da irmã mais velha, mas isso já é outra estória.
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