Eu e a Joana sempre fomos muito amigas, estávamos sempre juntas. Era na escola, no clube, nas festas e não tínhamos segredos uma para outra. Pelo contrário, éramos cúmplices em quase tudo. Aprontávamos algumas mas sempre numa boa. Nenhuma bebia ou fumava, tínhamos namorados ocasionais, mas nada sério. Até um dia...

A Joana arranjou um namorado, o Marcos, que era vidrado em fotografia, viva com a máquina na mão. E ele era muito bom, principalmente levando-se em conta a pouca idade e os recursos minguados. Uma vez estávamos na casa dele vendo suas fotos. Tinha fotos de animais, de pessoas na rua ou fazendo poses, de carros, mas uma nos impressionou. Era de uma menina do 3º colegial do nosso colégio completamente nua. A foto era muito bonita e bem produzida, tanto que ela parecia ser mais bonita do que era. Quando ele viu a foto na nossa mão tentou pegar rapidamente, mas nós não deixamos.

É lógico que a conversa sobre fotografia entrou para um lado mais picante. Depois de uma rápida cena de ciúme da Joana, que aceitou a desculpa de que aquela foto fora feita antes deles começarem a namorar, perguntamos como ele fazia aquelas fotos, como chegava nas meninas, se todas topavam, se ele tinha mais fotos de meninas da nossa escola e coisas assim. De repente ele vira para nós e pergunta se gostaríamos de posar para ele.

Nos fizemos de indignadas mas por dentro tinha surgido uma baita vontade de tentar. Ele foi insistindo mais e mais e nós fomos cedendo. No final aceitamos fazer as fotos desde que fosse na minha casa e nós ficáramos com os negativos. Marcamos para o sábado seguinte para aproveitar que o meu pai tinha viajado e só voltava no domingo e minha mãe iria a um aniversário de uma amiga.

Foram três dias de espera, entre a excitação de chegar a hora e o arrependimento de ter aceitado, mas sempre depois da aula íamos para a minha casa e, trancadas no quarto, tirávamos a roupa na frente do espelho para descobrir possíveis defeitos. Modéstia a parte somos bem bonitas, tanto eu como a Joana temos dezessete anos e somos bem feitas de corpo. Fomos a manicure, pedicure, cabeleireiro, mamãe até estranhou mas dissemos que teríamos uma festa no sábado. Na véspera nos depilamos como se fossemos usar a mais ínfima das tangas e estávamos prontas. A Joana foi dormir em casa para podermos preparar o quarto dos fundos da casa para a nossa sessão de fotos.

Chegou o dia e a hora, mamãe já havia saído, o quarto estava pronto e era só esperar o Marcos, que chegou na hora certa. Imagina se um cara que estava para tirar a roupa de duas belezinhas como nós iria atrasar.

Fomos para o quartinho dos fundos e começamos a arrumar as coisas dele. Pensei que era mais simples mas quando ele começou a montar seu equipamento era coisa que não acabava mais. Luzes, uns guarda-chuvas esquisitos, tripé e outras coisas que eu nem sei dizer para que serviam. Quando ele começou a montar seu equipamento pediu para que tirássemos as calcinha e os soutiens para que não ficasse as marcas dos elásticos. E lá estávamos nós, usando umas saídas de banho sem nada por baixo. Quase desisti.

Logo estava tudo pronto e começou a sessão, tímidas no começo logo estávamos a vontade. Foram várias fotos, juntas ou uma de cada vez. Em alguns momentos ele tirava uma foto usando uma polaroide para ver se estava ficando tudo de acordo.

Esquecemos do mundo. O Marcos era super-legal e não nos inibiu um momento sequer. Estávamos tão entretidas que não percebemos o pior: meu chegara mais cedo e estava lá na porta do quartinho nos olhando com uma cara que não tinha como definir.

Corremos logo para nos cobrir e o Marcos ficou parado e pálido. Meu pai entrou, fechou a porta e mandou o Marcos recolher todas as suas coisas. Quando tentamos sair ele mandou ficar. Rapidamente o Marcos retirou suas coisas sem dar um pio e foi embora. Meu pai sentou numa cadeira e começou o sermão:

- Eu nem vou perguntar o que está acontecendo aqui porque está na cara mas pelo amor de Deus, por que vocês fizeram isso?

Balbuciei algumas palavras que no final não fizeram nenhum sentido e mesmo que fizessem acho que não adiantaria nada. Ficamos por um momento lá, todos calados e de cabeça baixa. De repente meu pai levanta e diz para a Joana:

- Vista-se e vá para casa, depois eu vou ligar para o seu pai e contar o que aconteceu aqui. E vá logo porque a sua amiguinha Adriana aqui vai aprender uma lição muito difícil de esquecer.

A Joana ameaçou sair dali mas voltou e, chorando, começou a pedir para o meu pai não contar nada para o pai dela.

- E você acha que está certo aprontar uma dessas e sair sem nenhum problema? A Adriana vai receber o castigo dela aqui e o seu pai vai dar o seu quando você chegar em casa.
- Mas seu João, o senhor sabe que papai é muito doente e isso vai aborrecer muito ele. Por favor não conta nada. Eu sei que o senhor está sofrendo com isso e não quero isso para o meu pai também. Vamos fazer o seguinte, o castigo que o senhor der para a Adriana vale para mim também. O que o senhor acha?
- Joana, você não sabe o que está propondo. O castigo da sua amiga aqui vai ser uma boa surra, que nem criança, na bunda.

A Joana parecia ter tomado um choque e eu, dois. Meu pai e minha mãe nunca me bateram e agora, com dezessete anos, ia levar umas palmadas na bunda.

- Mas pai, uma surra não. Você nunca me bateu. Nem você nem a mamãe.
- Nunca, mas acho que deveríamos. Quem sabe se tivéssemos dado umas palmadas em você algum tempo atrás isso não teria acontecido hoje.

Estava quase começando a chorar quando a coisa ficou mais estranha ainda. A Joana se levanta, estufa o peito como quem toma coragem e diz:

- Seu João... Eu... Bem... É... Bom, é o seguinte: se o senhor prometer não contar para o meu pai eu concordo em apanhar que nem a Adriana.

Agora ficou tudo insólito mesmo, numa tarde eu e a Joana resolvemos posar nuas, fomos pegas pelo meu pai, ele resolveu me dar minha primeira surra em dezessete anos e agora a Joana diz que quer apanhar também.

- Joana, você sabe o que está dizendo. Além de não ser seu pai, a surra vai ser para valer e não só umas palmadinhas.
- Seu João, a besteira já está feita, não quero que papai sofra como o senhor deve estar sofrendo e nem quero que nada lhe aconteça de mal. Só prometa que não vai contar nada para ele.
- Se é assim então está feito, quem vai ser a primeira? Alguém se manifesta ou eu vou ter de escolher?

Ficamos naquela indecisão mas não por muito tempo. Meu pai decidiu por nós me puxando pelo braço e já me colocando de bruços no seu colo. A vergonha que eu estava sentindo ficou maior quando ele levantou minha saída de banho expondo minha bunda nua.

- Assim não pai, pelada não.
- Primeiro surra foi feita para doer e sem roupa dói mais e em segundo lugar se você não teve vergonha de mostrar a bunda para aquele adolescente tarado, porque teria vergonha de mim?

Pensei em agüentar firme, sem chorar mas depois das primeiras seis palmadas já estava gritando e logo chorando. Esqueci que a Joana estava lá e comecei a chorar que nem criança, pedia para parar, que eu nunca mais faria nada parecido, etc. E ele continuava batendo, sua mão é grande e a minha bundinha é pequena portanto cada palmada cobria todo o meu traseiro. Eu comecei a bater as pernas e tentar cobrir meu já dolorido traseiro com as mãos mas meu pai é bem mais forte e me segurou firme, prendendo a minha mão nas costas.

Nem sei quanto tempo ele ficou batendo em mim mas pareceu uma eternidade. Quando terminou, eu não consegui nem sair do colo dele, ele esperou um pouco, talvez apreciando o trabalho, e me ajudou a levantar. Mandou eu voltar para o meu lugar e, olhando para a Joana, dava uns tapinhas no joelho, deixando óbvio o que ela tinha de fazer.

Olhei para a cara da Joana e ela parecia aterrorizada mas mesmo assim foi em direção do meu pai. Ela andava tão devagar que ele a puxou pelo braço e a pôs nos joelhos igual como tinha feito comigo. Quando começou a levantar a sua saída de banho ela segurou peça de roupa, impedindo que o meu pai desnudasse o seu traseiro.

- Seu João, pelada não, por favor.
- Você não falou que era para ser o mesmo castigo que a Adriana levasse? Se não quiser que seja assim pode levantar e ir para casa. Mas eu vou ligar para o seu pai.

Senti uma pontinha de chantagem no que meu pai falou. Apesar de trato ser trato, me pareceu que, depois da obrigação, vinha o prazer.

- Ta bom, seu João, mas promete não ligar para o meu pai.

Rapidamente sua bunda estava pelada e da-lhe palmada. Foi quando eu vi o que eu tinha levado. A mão do meu pai subia e descia rapidamente e parecia que se afundava na bunda da Joana. Eu fui vendo aquela bundinha branca gradualmente ir ficando rosada e depois vermelha. A Joana também não agüentou e começou a espernear e chorar. Mas o meu pai não estava nem ai, batia e batia.

Quando terminou ficamos nós duas se confortando e mantendo as saídas de banho levantadas, a vergonha era menor que a dor da roupa relando no traseiro.

Saindo, meu pai nos mandou para o meu quarto e quando a Joana estivesse melhor poderia ir para casa. Fomos rapidamente, tiramos a roupa e deitamos de bruços na cama. A Joana afundou a cara no travesseiro soltando pequenos gemidos que logo se transformaram num choro copioso. Levantei da minha cama e fui deitar ao lado dela, tentando conforta-la. Logo estávamos as duas chorando. Para quem queria tirar foto pelada, aquela seria muito boa: duas adolescentes nuas, com as bundinhas bem quentes e vermelhas, chorando abraçadas.

Quando a minha mãe chegou, ela ficou sabendo do que tinha acontecido e foi até o nosso quarto. Ela disse que não aprovava o que o papai tinha feito mas achava que nós merecemos cada palmada. Depois ela voltou com um lanche e uma pomada para passarmos na ‘área atingida’. Falou que tinha conversado com meu pai e ele concordou que a Joana dormisse em casa aquela noite pois ela não tinha condições de ir para casa naquele estado.

Comemos e fomos tomar banho. Foi quando começamos a ver melhor o que tinha acontecido com o traseiro da outra. O de Joana estava bem vermelho e parecia inchado, estava vermelho principalmente na parte debaixo onde a bunda encontra as pernas. Acho que foi para não podermos sentar sem nos lembrar da surra pois o meu estava igualzinho. Depois do banho deitamos na cama da Joana, sempre de bruços, só que eu deitei com a cabeça nos pés da cama. Passamos a pomada uma na bunda da outra e realmente refrescou bem. Quando voltei para a minha cama fiquei olhando para a Joana, ainda com cara de choro. Ela passou a olhar para mim também e quando vimos estávamos as duas rindo.

- Acho que agora dava para tirar umas fotos bem diferentes, não acha? Perguntei para a Joana.
- Nunca mais, não tiro mais fotografia nem para documento.

E rimos bastante antes de cair no sono.

No dia seguinte descemos para o café da manhã ainda morrendo de vergonha. Depois eu voltei para o meu quarto e mamãe levou a Joana para casa. Joana fez a minha mãe prometer que não contaria nada para os pais dela pois, além de magoa-los muito, teria apanhado por nada.

Segunda-feira, na escola, encontramos o Marcos que queria saber o que tinha acontecido. Dissemos que meu pai passou um sermão em nós duas e me deixou de castigo por uma semana, assim como o pai da Joana.

Durante a aula não conseguíamos parar na carteira, apesar de não estar doendo muito, incomodava ainda. Foi quando percebemos o Marcos olhando para nós com um olhar muito sacana. Na saída ele chegou perto de nós e sussurrou:

- O sermão parece ter sido bem dolorido, né?

Ficamos vermelhas na hora denunciando a verdade.

by zefir

 

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