Depois daquele dia em que vi minha noiva apanhar na bunda que nem criança e de tudo que aconteceu depois, devo confessar, aquilo não me saia da cabeça. Nossas transas continuavam numa boa mas ficava aquela sensação de 'faltou alguma coisas' e também nunca mais visitei aquela bundinha. Tinha vontade de falar com ela para ver se poderíamos acrescentar uma surra ou outra na nossa vida sexual mas na hora sempre faltava coragem. Ela não tocava mais no assunto, como se nada houvesse ocorrido, e eu ia ficando na minha.

                        Depois de passado uns seis meses de tudo aquilo estávamos para entrar de férias na faculdade e, como era o último ano, resolvemos passar estas férias com classe. Arranjamos todo o material de camping com um amigo nosso e resolvemos acampar numa fazenda de uns amigos nossos no Mato Grosso que tinha ainda muita área virgem e, dentro dela, uma cachoeira que era maravilhosa. A fazenda tinha todas as comodidades e ainda ficava bem perto de uma cidade muito boa. Chegar lá seria fácil.

                        Novamente o quarteto estava formado, eu e a Magali, o Roberto e a Sandra. Para quem não lembra o Roberto era namorado da Sandra, irmã da Magali. Só que na véspera a Magali me liga dizendo que os dois não iriam mais. Depois de muito pensar resolvemos ir mesmo assim. Apesar de ser longe estaríamos bem perto de qualquer ajuda necessária.

                        No dia marcado, pegamos um avião para Cuiabá e depois uma van, que já nos esperava no aeroporto, até a cidadezinha próxima à fazenda. O Luis, nosso amigo, havia mandado uma caminhonete nos esperar na cidade para nos levar até a fazenda. Chegamos lá e não podíamos parar de nos surpreender. Apesar de tudo que falam do Mato Grosso aquilo era um pedaço do paraíso. Acidade já havia nos agradado muito e a fazenda era muito bonita. Não que fosse muito enfeitada, pelo contrário, mostrava ser extremamente prática, mas era muito bem cuidada.

                        Ele insistiu para que passássemos a primeira noite lá mas recusamos. De luz elétrica, telefone, televisão, parabólica estávamos cheios, queríamos era encontrar a natureza o mais rápido possível. Ele riu e concordou, na volta poderíamos aproveitar a fazenda, andar a cavalo, essas coisas todas. Um peão nos levou de caminhonete até o começo da trilha e nos deu algumas instruções: nessa época do ano o rio estava baixo portanto poderíamos montar a barraca numa praia de areia que se formava na margem do rio, nos deu também repelente para insetos, umas varas de pesca e uma maletinha de primeiros socorros. Nos deu também um rádio, era pequeno mas de alcance suficiente e na freqüência para nos comunicar com a sede da fazenda se tivéssemos algum problema. Ele combinou de nos pegar em três dias e, após testarmos o rádio, ele foi embora e nós seguimos nossa trilha. Desde o começo já dava para ouvir o barulho da cachoeira e chegar lá não foi difícil. Quando chegamos sentimos que valeu a pena a viagem. Tudo ali era lindo. A água era cristalina, a areia da praia era fina e de um branco imaculado.

                        A nossa vontade era tirar a roupa e cair naquela água maravilhosa mas, seguindo os conselhos do Luis, começamos a montar a barraca e nos preparar para a noite que já vinha chegando. Montamos a barraca, arrumamos os alimentos que trouxemos de forma que nenhum bicho viesse a noite mexer, deixamos tudo pronto para acender uma fogueira e, só então resolvemos entrar na água. Como eu estava com meu espírito naturista com a corda toda, só tirei a roupa e pulei na água peladão. A Magali que já havia colocado a parte de baixo do biquíni, me olhou por uns instantes e, tirando o biquíni, entrou na água comigo. Brincamos que nem crianças e, inevitavelmente, estando os dois nus e sozinhos, acabamos fazendo amor na areia mesmo, como se fosse a primeira vez.

                        Voltamos então para a barraca e começamos a nos preparar para a noite. Acendi a fogueira e ela já se preparava para fazer a nossa primeira refeição.

                        Depois de comer ficamos os dois em volta da fogueira conversando.

                        - O que, afinal, aconteceu com o pai do Roberto para ele e a Sandra não poderem vir? Não que eu esteja reclamando mas ...
                        - Na verdade é que a Sandra pegou o carro de papai escondido e quando ele descobriu falou que, como castigo, ela não poderia vir conosco. Ela gritou, chorou, esperneou mas não teve jeito. Até que ela resolveu fazer a seguinte proposta para o meu pai: como ele não dava dois castigos pela mesma falta ela pediu para ele trocar o castigo por uma surra, assim poderia vir conosco.

                        Tóimmmmm! Pronto, agora que eu já havia esquecido esta história de surra, lá vem ela trazer todo esse tesão de volta.

                        - E o teu pai topou, já perguntei com mil e uma fantasias na cabeça. A Sandra é tão bonita como a Magali com a diferença de ser mais mignon e ter uma bundinha nem grande nem pequena e redondinha na medida exata.
                        - Não só topou como já providenciou a surra na hora. Num piscar de olhos e na nossa frente, minha e da minha mãe, ele mandou ela abaixar as calças e as calcinhas e deitar no seu colo.
                        - E ele bateu muito?
                        - Até parece que você não viu da outra vez. - E ela me falou isso com um olhar que me deixou em duvida: será que ela gostava? - No começo, como sempre, ele foi batendo devagar mas firme. Logo ele estava batendo nela com tanta força que parecia que estava enfiando a bunda dela para dentro.

                        Nessa hora ela começou a me contar tudo o que havia ocorrido mas olhando meio de lado como que imaginando que fosse com ela. Não precisei perguntar mais nada. Ela ia contando como a bundinha da irmã foi ficando vermelha, como ela chorava e dizia que já era suficiente, como esperneava. Dava para dizer que ela, lembrando aquilo, estava ficando muito excitada.

                        - Depois no quarto eu vi ela lá, deitada na cama com a bunda toda vermelha virada para cima, chorava mas dizia que tinha valido a pena.
                        - Então por que eles não vieram? Ela ficou com vergonha de vir e mostrar a bunda toda vermelha no biquíni?
                        - Não, bom .. um pouco de vergonha é claro que dá mas o Roberto também sabe que o papai bate nela e como eu contei que você também sabia e estaríamos sozinhos aqui, ela achou que não haveria problema.
- , por que não vieram então? Não estou entendendo.

Ela começou a contar que o Roberto havia ligado logo depois e dito que seu pai estava passando mal do Diabetes e que ele não poderia ir. E, dando uma risadinha, disse que a irmã havia apanhado de graça.

                        Gente, parecia que eu ia estourar de tesão. Nem bem ela acabou de contar tudo aquilo, cheguei junto a ela e comecei a beija-la. Irmos para dentro da barraca foi um pulo. Quando coloquei a mão dentro da sua calcinha ela não estava molhada, estava alagada. Acho que a história a havia excitado tanto quanto a mim. Trepamos quase a noite toda.

                        No dia seguinte, depois de levantar e arrumar um pouco as coisas, resolvi pescar. Quando voltei a encontrei meio ansiosa e perguntei o porque:

                        - Sabe aquela sacola onde colocamos o seu relógio, o rádio do seu amigo, sua carteira, as passagens de volta e a lanterna?
- Sei, o que é que aconteceu?
- Bom, é que eu vim aqui para beira do rio para ficar com os pés dentro da água e deixei cair tudo. Caiu tudo na água.
                        - Muito bom - comecei a falar meio zangado - eu já tinha colocado tudo lá para que nada acontecesse e você vem a trás tudo para a beira do rio. Onde é que você está com a cabeça? E os fósforos, eles também estavam na bolsa?
Estavam, respondeu sem levantar a cabeça, e as pilhas também.
- Beleza, como é que você pode ser tão irresponsável? Nós aqui no meio do mato e você jogando as únicas coisas que nos dão segurança na água.

                        Nessa hora ela tirou da cara aquela expressão de criança que fez arte e começou a gritar comigo:

- E você acha que eu fiz de propósito? Eu só estava querendo pegar a máquina fotográfica para tirar uma foto sua pescando.
                        - A máquina também caiu na água? Agora sim fodeu tudo, agora sei porque o seu pai te esquenta o traseiro até essa idade. Você só age como criança.
- Agindo que nem criança? E quem é que esta tendo um ataque histérico? Sou eu por acaso? E por que você está falando do meu pai? Vai querer me bater também?
                        - Pois eu devia sim. Devia te dar uma surra que nem teu pai te dá.


                        - Pois sim, para fazer isso você precisava ser pelo menos metade do homem que ele é.

                        Com o sangue subindo na cabeça, já fui puxando ela pelo braço e colocando-a nos meus joelhos.

- Vamos ver o quanto eu sou homem então.

E já fui batendo na sua bunda, por sobre o biquíni mas que não oferecia tanta proteção assim. Passada a surpresa ela começou a se debater e tentar escapar. Em vão. Eu batia com vontade, nas primeiras palmadas dava para ver a marca da minha mão se formando na sua bunda depois ela foi ficando vermelha por inteira. Passando aquela raiva inicial percebi que estava fazendo aquilo que tinha povoado os meus sonhos: dando um surra naquela bundinha linda. E a raiva foi se transformando em tesão com direito a uma ereção que ela deve ter sentido.

                        Percebi que ela já não se batia tanto como que aceitando tudo e, aproveitando a situação parei um pouco e resolvi abaixar a calcinha do seu biquíni. O pouco de remorso de estar fazendo aquilo acabou quando percebi que ela havia molhado a calcinha. Ela estava gostando daquilo tanto quanto eu portanto nada melhor que fazer a sua vontade. Voltei a bater naquela bunda já toda vermelha o que a fez voltar a gritar. Bati várias vezes até parar um pouco e começar a admirar o meu trabalho. Toda vermelha e linda, aquela bunda era realização da minha tara. Comecei a acaricia-la enquanto a Magali gemia baixinho cada vez que eu passava a mão. Até que resolvi acaricia-la entres as pernas. Foi como se ela tivesse levado um choque, depois ela me disse que havia gozado só com aquele toque de mão.

                        Levantei-a do meu colo e comecei a beija-la, fomos nos agarrando com tanta força que parecia que iríamos virar um só. Nem fomos para a barraca, arrancamos as poucas roupas e nos amamos lá mesmo. Foi mil vezes melhor que da outra vez provavelmente porque fui eu que lhe esquentei o traseiro.

                        Quando terminamos ficamos muito tempo abraçados sem dizer nada. Acabei falando primeiro, meio brincando, dizendo que daquela vez não teria creme para passar. Ela se virou para mim, novamente com uma carinha de safada e disse:

                        - Como não? Eu trouxe aquele mesmo remédio que você me passou. Como foi bom, comprei um para deixar em casa.
- Então me diz onde esta que eu pego para você.
- Esta na sacola junto com as outras coisas.
- Mas a sacola não caiu na água? O que aconteceu?
- Bobinho, você acha mesmo que eu colocaria tudo aquilo tão perto da água? E mesmo assim olha como é rasinho e a água corre devagar. Você caiu que nem um patinho. E riu.
- Você preparou essa cena toda então? Por que?
- Meu bem, eu nunca gostei de apanhar não mas quando você cuidou de mim daquela vez, me deu o maior tesão imaginar que fosse você quem tinha me dado aquela surra e depois ter feito amor comigo. Várias vezes a noite fiquei sonhando com isso. Você não está bravo não, ?
                        - Bravo não, só meio confuso, sei lá. Também tive essa fantasia mas acabar acontecendo desse jeito....
                        - Então já que você não está bravo, pega logo o creme para passar no meu bumbum que ainda temos muito o que fazer.

                        Opa! Creme, massagem, bumbum, última vez...... Isso ta me cheirando a cuzinho carente. Deixa eu pegar logo esse creme.....Depois eu conto como foi.

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