Tem coisas que acontecem na vida da gente que não tem explicação. Há algum tempo, pela Internet, me deparei com o spanking e, de lá para cá, foi ele que povoou minhas fantasias sexuais. Não que eu ache a violência atraente, muito pelo contrario, mas ter uma bela mulher nua, ou pelo menos com a bunda de fora, deitada de bruços no meu colo tornou-se uma excelente brincadeira erótica.

Mas, como eu disse, tudo não passava de uma fantasia. E como toda boa fantasia ela se fazia transparecer nos momentos comuns da vida diária na forma de expressões ou brincadeiras. E foi numa dessas brincadeiras que tudo aconteceu.

Numa sexta-feira a noite, estávamos no escritório eu, uma colega chamada Renata e um auditor externo que estava fazendo a auditoria semestral na empresa. Já era tarde, só estávamos nós, e faltava muito pouco para terminarmos. Quem já passou pela experiência de ter de auxiliar um auditor sabe como é 'sacal', ele sempre quer algum documento que ninguém mais sabe onde está, sempre criticando o modo como o trabalho é feito e coisas assim. Estávamos todos cansados e minha colega já dava mostras que tinha esgotado a sua paciência, cometia vários erros, se distraia e fazia aquela tarefa durar mais e mais, muito além do necessário. Uma hora perdi a paciência e lhe disse que se continuasse errando daquele jeito e atrasando todo o trabalho lhe daria umas palmadas para ver se ela entrava nos eixos.

Mesmo tendo falado num tom bem sério, tanto ela como o tal auditor entenderam como uma brincadeira que acabou até por descontrair o ambiente. Mas algo ficou no ar, não sabia se era somente pela minha queda por essa fantasia ou se realmente algo passou pela cabeça dela. Continuamos o trabalho e ela ainda cometia alguns erros infantis que nos levava a começar algumas contas tudo de novo.

Uma hora levantei e fui ao banheiro, na volta cruzei com ela na porta da copa do escritório com uma bandeja com suco e mais café. Novamente, agora num tom um pouco mais leve mas sério, lhe disse que ainda tencionava lhe dar umas palmadas se continuasse a atrapalhar o fim do trabalho a atrasar a nossa saída. Ela me olhou com uma cara difícil de descrever, era mais ou menos como se soubesse que estava errada e estivesse aceitando o castigo. Devo confessar que não esperava por essa mas rapidamente minha mente começou a imaginar a situação. Passei a vê-la deitada no meu colo, com a bunda de fora. Aquilo tudo me impressionou tanto que quase fui eu que passei a errar tudo.

Num dado momento o auditor disse que não adiantava mais continuar porque já estávamos todos cansados e falou isso olhando para a Renata, como que a incriminando. Nossa firma não funciona aos sábados mas como ele deveria pegar o vôo de sábado a tarde para São Paulo, teríamos de vir logo cedo pela manhã. Aquilo me deixou neurótico, enquanto arrumávamos toda aquela papelada de volta nas pastas, papelada que teríamos de voltar a ver logo cedo pela manhã, eu olhava para a Renata com uma cara de quem está dizendo: a culpa é sua! Ela, por sua vez, procurava evitar os meus olhares e abaixava a cabeça.

O auditor rapidamente se levantou, juntou suas coisas e já foi se retirando deixando nós dois arrumando a bagunça. Com a cara que eu estava e com o silêncio resignado da Renata ninguém o culparia pela saída estratégica. Quando me vi a sós com ela comecei a reclamar da sua conduta. Apesar de trabalharmos juntos, e sem nenhuma diferença de relacionamento, na hierarquia da empresa eu era superior a ela. Ela ficou lá parada, sem dizer nada e eu, por outro lado, quanto mais falava mais bravo ficava. Perder o futebol com os amigos, aquele pequeno momento de lazer que tinha só para fazer um trabalho que já devia estar terminado.

Certo momento perdi a cabeça, não sei se por estar nervoso ou por estar meio embriagado na minha própria fantasia, afinal o cenário era ideal, disse-lhe que ia lhe ensinar uma lição. Puxei-a pelo braço até perto da minha cadeira e sentei já puxando ela de bruços no meu colo. Ela estranhamente não esboçava nenhuma reação e talvez por isso mesmo não me contive. Já com ela na posição, levantei-lhe a saia e abaixei sua calcinha o suficiente para descobrir a bunda sem expor sua intimidade e dei-lhe dois bons tapas na bunda. Recoloquei sua calcinha e ajudei-a a levantar. Logo que ela se levantou com o que parecia lágrimas nos olhos ouvimos um barulho no corredor. Era o auditor que havia voltado dizendo ter esquecido a sua agenda. Certamente ele deve ter percebido que alguma coisa estava rolando, isso se não já não estivesse no corredor na hora que ela estava levando aquelas palmadas. Enquanto ele procurava sua agenda na escrivaninha pensei comigo mesmo a burrada que havia feito, provavelmente seria processado no mínimo por assédio. Ele achou a sua agenda e saiu rapidamente.

Novamente ouvimos a porta fechar e nos olhamos pela primeira vez depois do que eu fiz. Todo o meu temor sumiu quando a vi colocando a mão sobre a boca e começar a rir. Rimos os dois. Aliviado por que a burrada que eu fiz não teria conseqüência maiores e ansioso por saber no que aquilo iria dar saímos do escritório e fomos embora.

Depois daquele dia o relacionamento entre nós mudou, havia uma certa cumplicidade. As brincadeiras ficaram um pouco mais, como vou dizer, picantes e vez por outra, quando não havia ninguém nos olhando, lhe dava uma palmada sobre a saia quando ela passava por mim.

E ficamos assim por muito tempo, só nessas brincadeiras quase colegiais mas que transformaram o tempo que passávamos no escritório muito mais agradável. Como fazíamos alguns serviços externos ou em outros departamentos, mas sempre um tinha que ficar no setor, passei a odiar ficar sozinho. Éramos os dois casados e uma aventura não era o que exatamente passava pela minha cabeça, apesar dela ser muito bonita. Mas tinha de admitir: eu sentia a falta dela.

Tudo corria desse mesmo jeito, brincadeira para cá, brincadeira para lá, mas sem nunca partir para algo mais sério até que chegou o fim do ano. Como em toda a empresa organizamos nossa festinha e o tradicional amigo secreto. Para variar um pouco, em vez de fazer aqueles salgadinhos e docinhos que nem festa de aniversário, o nosso patrão nos autorizou a fazer um churrasco na parte detrás do prédio. Era um pequeno canteiro de obras pois o prédio não estava de todo terminado mas o patrão tinha resolvido mudar logo para parar de pagar o aluguel do prédio anterior. Não era o ideal mas dava para fazer algo diferente nesse final de ano.

A idéia se mostrou muito boa, todos estavam a vontade e a festa corria muito animada. Fizemos a revelação do amigo secreto com muita alegria e descontração. Num certo momento Renata chegou perto de mim e disse que queria sair comigo, queria que ficássemos juntos pelo menos uma vez. Aquilo me assustou, não que isso não tivesse passado pala minha cabeça mas o inesperado do convite me deixou sem palavras. Ela sentiu a minha surpresa e não tocou mais no assunto mas continuou se insinuando. A certa altura deixei de pensar em qualquer conseqüência e fomos para um motel.

Chegamos lá e ficamos até que meio inibidos mas ela acabou por deixar me deixar mais a vontade. Pelas suas roupas intimas percebi que ela já havia premeditado aquilo antes de ir para a festa, eram bem eróticas. Daquele ar meio submisso de quando lhe dei aquelas palmadas não havia sobrado nada, ela ora tomava a iniciativa e ora me deixava agir, mas ela era a dona da situação. Quando terminamos ela foi no banheiro tomar um banho e voltou sem se enxugar, molhando todo o chão. Falei que aquilo não era coisa de menina bem educada fazer e ela deu de ombros. Puxei-a e coloquei-a novamente no meu colo com aquela bundinha linda a minha disposição e lhe dei uma palmada. Apesar de ter ficado muito excitado percebi que ela não estava afim da brincadeira, até deixaria eu lhe dar umas palmadas mas só para me alegrar. Desisti de lhe dar umas palmadas e fiquei lá brincando com a sua bunda, alisando, até que fiz um carinho no seu pequeno botãozinho. Ouvi um gemido manso que significava claramente um sim. Brinquei mais um pouco com o seu anelzinho e sua bundinha e delicadamente a coloquei de bruços na cama. Com uma das mãos abri as sua bunda e fui penetrando bem devagarinho. Fui a loucura, ela gemia baixinho enquanto se acariciava. Gozei rapidamente devido a excitação que estava. Ficamos um tempo lá, deitados juntinhos, conversando e bebendo um vinho. Fomos embora e eu a deixei na empresa para ela pegar o seu carro.

Pensei que aquilo poderia significar o fim daquele relacionamento que tínhamos, das brincadeiras e da amizade. Na segunda-feira chegamos os dois no escritório praticamente ao mesmo tempo. Eu já esperava aquele papo de tudo ter sido bom mas não ter passado somente de uma aventura, que daí para frente era para sermos apenas bons amigos e coisa e tal. Para minha surpresa foi tudo diferente. Apesar dela ter chegado com uma cara diferente continuou tudo como era antes, até melhor. Nunca mais ficamos juntos mas as nossas brincadeiras ficaram mais 'picantes'. Quando estávamos sozinhos eu levantava a sua saia, baixava sua calcinha e ficava brincando com a sua bundinha. As vezes davas uns tapinhas de brincadeira, as vezes lhe acariciava. E ríamos muito quando quase alguém nos pegava no meio de alguma brincadeira.

E as coisas seguiam assim, ninguém deixava as suas responsabilidades de lado mas sempre que podíamos tirávamos uma casquinha um do outro. Até que um dia comecei a perceber que ela estava engordando muito. Perguntei pra ela o porque mas ela disse que não era por nada em especial, que apenas estava comendo demais. Disse que queria emagrecer mas não conseguia, quanto mais tentava mais engordava.

Foi então que me veio a idéia de como faze-la emagrecer e lhe propus o seguinte: ou ela emagreceria uma certa quantidade de quilos por semana ou eu lhe daria uma surra na bunda. Ela deu um sorriso meio malicioso e falou que topava. Vibrei com a possibilidade e, apesar de realmente querer que ela emagrecesse, fiquei esperançoso que ela falhasse no regime. Comprei uma daquelas balanças de banheiro e deixei no escritório.

Na primeira semana ela não emagreceu um grama sequer mas por falta de oportunidade não lhe dei as palmadas prometidas mas cobrei que ela levasse a sério o regime pois promessa era divida e eu lhe daria as palmadas merecidas caso não emagrecesse.

Na semana seguinte surgiu a oportunidade, o pessoal da informática com quem nos dividíamos o andar foram participar de um seminário e deixaram o andar todinho para nós. Peguei a balança e uma cadeira, coloquei-as no centro do escritório e mandei-a se pesar. Como esperado não havia emagrecido nada. Sem falar nada, sentei na cadeira e coloquei-a de bruços no meu colo, levantei a sua saia, baixei a sua calcinha até o joelho e lhe dei oito palmadas bem dadas, bem doidas. Ela não soltou um pio, talvez com medo de chamar a atenção de alguém. Recoloquei a sua calcinha de volta, baixei a sua saia e a ajudei a levantar. Seu rosto estava vermelho, os olhos arregalados de espanto mas havia um sorriso em seu rosto. Sem perder tempo já lhe avisei que, se na próxima semana não estivesse pesando menos eu dobraria a dose. Devo admitir que fiquei bem excitado, tive vontade de transar com ela lá mesmo mas me contive. No elevador ainda a fiz virar, levantei o seu vestido e, puxando a calcinha vi a cor vermelha imperando no seu traseiro, tive até um certo orgulho do trabalho realizado.

Ela passou a semana seguinte toda dizendo que estava comendo menos, que estava se esforçando mas eu não lhe dava muita atenção, só falava que não queria palavras mas sim resultado. Chegamos no fim da semana novamente e, para poder ter a devida privacidade alegamos ter um trabalho para terminar, que realmente tínhamos e ficamos além do horário. Terminado o trabalho, ela já estava pegando as suas coisas enquanto eu continuava lá sentado. Ela ficou me olhando enquanto fui pegar a cadeira e a balança. Meio sem jeito ela subiu na balança somente para constatar o inevitável: mesmo peso, não perdera um quilinho sequer. Sentei na cadeira e ela ficou de pé do meu lado direito, como estava de calça dessa vez pedi que ela mesmo abaixasse as calças. A sua naturalidade em me obedecer me deixou um pouco espantado, esperava que ela reclamasse um pouco. Ela baixou as calças e já se deitou no meu colo deixando que eu baixasse sua calcinha, o que fiz rapidamente. Sem qualquer aviso e sem parar lhe dei dezesseis palmadas das mais bem dadas. Dessa vez ela acusou a dor e tentou escapar, sem sucesso. Levou todas as palmadas até a última. Quando a soltei ela acabou caindo sentada no chão com uma cara entre riso e choro, a face estava vermelha como deveria estar a bunda. Mandei que ela não vestisse a calça de imediato pois queria apreciar o meu 'trabalho'. Devo admitir que ver aquela bunda vermelha me excitava muito. Quando resolvemos ir embora ela estava bem atrapalhada com suas coisas e confessou que a surra havia mexido com ela. Avisei que era bom ela se acostumar com as surras porque se na próxima semana ela não emagrecesse eu novamente dobraria o número de palmadas.

Começamos a semana agora mas ela já esta jurando de pé junto que está emagrecendo. Até me disse que no sábado vem tem um churrasco na beira da piscina junto da família e que ficaria difícil de explicar uma bunda vermelha (afinal seriam trinta e duas palmadas) e como o marido vai viajar no outro fim de semana eu poderia triplicar a ultima dose se ela não emagrecesse nessas duas semanas.

Estou esperando pra ver...

by zefir

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