"Bom, meu nome é Ana e acabei de completar 18 anos e estou agora numa ridícula posição: deitada de bruços nos joelhos de meu pai, com a saia levantada e as calcinhas no joelhos. Por que estou nessa situação? Já vou lhes contar: Acabo de completar 18 anos e meus pais me deram uma festa de aniversário num sábado com direito a tudo que tinha direito inclusive com um carro como presente. Chamei todos os meus amigos, colegas de colégio, vizinhos e parentes. Saía gente pelo ladrão. Lá pela onze e meia resolvemos todos (os jovens) terminar a festa numa danceteria. Após as recomendações de praxe (que são um saco, principalmente se você já tem 18 anos) fomos todos pra danceteria, eu no meu carrinho novo. Nos divertimos muito e apesar de ter prometido voltar até as 3 horas saímos da danceteria já pelas 4 horas. Voltei no carro só eu e meu namorado, que por sinal é quase meu vizinho, e ao chegar em casa, antes de entrar com o carro na garagem, trocamos uns beijinhos. Os beijinhos viraram carinhos, os carinhos viraram apalpadas e, quando percebem já estávamos quase nus dentro do carro. Como parar com aquilo é o que menos queria, manobrei o carro debaixo de uma árvore em frente a uma casa vazia para termos menos luz e mais privacidade. Ai rolou de tudo, transamos legal. Quando ainda estava naquela moleza pós-gozo, ele voltou a me pedir o que sempre pedia: minha bundinha. Sei lá porque resolvi que, já que gostava muito dele e ele sempre foi muito carinhoso comigo, hoje seria o dia. A hora que falei que iria deixar pareceu que eu tinha apertado um botão pois seu pau ficou duro na hora (afinal, por que homem gosta tanto disso, né). Deitamos o banco do passageiro o máximo possível, eu deitei de bruços e ele veio por cima de mim. Na hora que ele encostou a cabeça no meu cuzinho sinceramente pensei em desistir, mas agora tinha 18 anos e palavra é divida. Doeu, mas não tanto quanto eu pensei, como algumas amigas já haviam me falado. Também não vou dizer que gostei, me dava mais tesão o fato dele estar atrás de mim, me segurando pelos quadris do que a penetração. Bom, agora vem o pior, meu pai é médico e por aquelas ironias do destino, mesmo não estando de plantão naquele dia (havia trocado para poder participar da minha festa mais tranqüilo), foi chamado. E ao sair de casa com quem que ele dá de cara? Isso mesmo, com a filha, atrasada mais de duas horas, no carro novo que ele havia dado de presente, sendo enrrabada pelo namorado e sem camisinha (mas isso não sei se ele percebeu, ou será que sim?). Meu pai nunca foi de se exaltar e nessa hora não foi diferente, apesar que nós em casa sabermos quando ele está bravo. Enquanto nós, todo atrapalhados, tentávamos nos vestir ele mandou meu namorado para casa dele, avisando que de dia ligaria para o pai dele. Quanto a mim, mandou que eu esperasse acordada porque ele voltaria rápido. Vocês já imaginaram depois de tudo isso você ainda ter de ficar sozinha esperando seu pai voltar? Mas parei para pensar: já tinha 18 anos, o carro, apesar de presente, era meu, meu namorado também já tinha 18, contra mim só o fato de ter sido pega naquela posição vexatória. Quando ele voltou percebi em seu rosto um misto de raiva e decepção. Começou a me passar um sermão e eu achei que enfrentando ele seria mais fácil. Comecei a responder pra ele que já era maior, que ele não podia cobrar de mim o presente que havia me dado e mais coisas desse tipo. Resultado: dancei!!! Ele ficou puto da vida. Ele só virou pra mim e disse: - Adulto sabe das suas responsabilidades e honrar as promessas que faz, portanto você se portou que nem criança e como criança vai ser castigada. O resto vocês já sabem, ele me deitou de bruços no seu colo, levantou minha saia, baixou minha calcinha e enquanto eu não chorei como criança pequena ele não parou. Para quem em toda vida nunca bateu nos filhos, só uns tapinhas de vez em quando, ele batia doído pra burro. Dormi de bruços aquela noite e ainda fiquei uns dois dias com dificuldade para sentar. Meus dois irmãos menores rolavam de dar risada e ainda contaram para todo mundo.


Este conto é ficção. Sou homem, 38, hetero e gostaria de trocar mensagens com mulheres que gostem de uns tapinhas no bum-bum. Meu e-mail é zefir@zipmail.com.br.

 



 

Este conto é de 1999. Portanto, o Zéphir deve ter hoje 48 ou 49 anos. Uma idade boa, porque aos 48 anos um homem é experiente sem pode ser considerado velho. Mas provavemente o e-mail dele deve ter mudado. Há muitos anos já que não tenho contato com o Zéphir. Eu espero que esteja tudo bem com ele e com seus entes queridos.

 

Esse conto, o último do Zéphir que ainda faltava publicar nesse blog, é o primeiro que ele publicou na internet, e o primeiro conto em português de puro spanking, que eu saiba. Claro, houve antes estórias eróticas com algumas palmadas no meio. Mas sempre com muito sexo, no sentido convencional, e muita vezes pesado, com um claro sadomasoquismo. Nesse conto, há apenas um pouco de sexo, da moça com seu namorado. Quem dá palmadas no bumbum dela é o pai, que não transa com ela depois. É um genuíno conto de Disciplina Doméstica, raramente feito no Brasil.

 

Esse conto, por ser muito bom e pelo pionerismo, foi publicado em vários sites, e em alguns alterado. A versão que publico agora é a original, como o autor a enviou para o site "Contos Eróticos" e para o extinto site "Spanking no Brasil", de Carthagfall. Oxalá a publicação faça o Zéphir retorna a ativa, e inspire novos escritores de talento dedicados à Arte da Palmada.

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