UM PASSEIO NA FAZENDA

Havia 5 meses que eu e Vítor estávamos namorando e durante todo esse período ele sempre foi muito simpático e carinhoso. Ele havia nascido e se criado em uma cidadezinha do interior e somente após a faculdade veio morar na Cidade grande.

Nos conhecemos em um restaurante onde íamos no horário de almoço. Ele trabalhava em um escritório de advocacia no 5 andar do edifício onde eu trabalhava como Coordenadora de eventos. Após alguns encontros casuais no restaurante, passamos a voltar junto ao trabalho e saímos algumas vezes antes de começar o namoro.

Durante nossas conversas ele sempre falava na vida do campo e como era a fazenda de seus pais, comecei a ficar curiosa e pedi a ele que da próxima vez que fosse até lá me levasse com ele. Foi assim que em um na véspera do feriado ele me ligou dizendo para arrumar as malas que iríamos viajar no dia seguinte.

Como eu estava muito cansada, resolvi dormir e acordar cedo no outro dia para arrumar as malas antes que ele chegasse. Sabia que não podia me atrasar pois ele detestava atrasos.

Quando ele chegou na manhã seguinte eu ainda estava na cama e não havia arrumado minha mala, percebi em seus olhos sua irritação, mas como ele não disse nada comecei a me arrumar e rapidamente estávamos na auto estrada a caminho da fazenda.

Durante o percurso para aliviar a tensão comecei a brincar com ele que no princípio reagiu mal, mas em pouco tempo se descontraiu e amenizou sua feição. "Que bom ele já me perdoou" pensei comigo. Várias vezes pedi que ele parasse o carro, primeiro para tomar café, depois precisava ir ao banheiro, depois para comprar balas, ele dizia sempre rindo que eu mais parecia uma menininha mimada.

Ao chegarmos a fazenda seus pais nos esperavam com um delicioso café a mesa, mas como havia me lambuzado de doces e outras porcarias pelo caminho não comi muito, o que deixou a mãe dele muito magoada.

Fomos caminhar para conhecer a fazenda.

E ele disse:

- Por favor se comporte bem, não como uma menininha.

- Mas o que eu fiz?

- Você não percebeu como minha mãe ficou quando você disse que não gostava da maioria dos alimentos que ela havia preparado?

- Eu não, e além do mais não sou obrigada a comer a força.

Mais uma vez percebi a irritação em seus olhos, mas calmamente ele disse:

- Cuidado meninas luxentas merecem umas palmadas

Ri de sua frase e sai correndo dizendo que ele não era homem para isso. Voltamos para casa e nos outros dois dias continuei a me comportar como uma menininha mimada como ele dizia. Um dia a tarde após o almoço os pais dele disseram que precisariam ir até a cidade e voltariam apenas no final da noite e não precisaríamos esperá-los. Fomos convidados a ir juntos, mas eu recusei dizendo estar cansada. Quando os pais dele saíram comecei a fazer beicinho pedindo a ele que fossemos ao rio nadar, mas ele disse:

- Você não estava cansada, pois então vá dormir.

Continuei implorando que ele me levasse ao rio, mas ele foi irredutível, e como comecei a fazer algumas travessuras ele me levantou-se de sua cadeira e me pediu que o acompanhasse.

Não sei porque, mas o tom de sua voz me deixou com um frio na barriga e não sai do lugar. Ele caminhou em minha direção, fez um carinho em meus cabelos e disse baixinho.

- Venha, não tenha medo, vamos até meu quarto.

Comecei a segui-lo, segurando em suas mãos, pensamentos estranhos passaram em minha cabeça. (o que ele faria? Será que faríamos amor? Iria me mostrar algo novo?)

Ao chegarmos ele abriu a porta e me colocou em sua cama, fechou as cortinas, ligou o som e mexeu em seu guarda-roupa de onde tirou um objeto estranho que eu não conhecia.

Ele voltou, sentou-se na cama e me colocou sentada em seu colo, acariciava meus cabelos, beijava meu pescoço, eu estava gostando de tudo, mas ele falou entre um beijo e outro.

- Sabe Kate, eu gosto muito de você.

- Eu sei.

- Mas nos últimos dias você tem se comportado muito mal.

- Mas eu só estava me divertindo um pouquinho.

Ele continuava com suas carícias, mas sua voz era terrivelmente assustadora.

- Você sabe o que é esse objeto?

- Não, o que é?

- É uma palmatória

Rapidamente, tentei sair do seu colo, mas ele segurou minhas mãos.

- Minha mãe usava este objeto quando me comportava mal.

- Você não esta pensando em usá-lo em mim, está?

- No início não, ele disse. E rapidamente me deitou em seu colo de bruços. Tentei escapar mas não consegui, suas mãos eram fortes.

- Calma, não precisa se apavorar, você tem sido uma menina muito levada e precisa se comportar melhor, afinal de contas vai ser minha esposa. Essas palavras ecoaram em minha cabeça, ele nunca havia falado em casamento. Mas antes que eu pudesse falar alguma coisa, senti o peso de suas mãos em minhas nádegas que estremeceram.

- Você precisa de uma lição, Slapt outra vez suas mãos ecoaram um som ao tocar em minha pele, Slapt, Slapt, ele continuou enquanto me repreendia pelo meu comportamento durante aqueles dias.

Slapt, Slapt, Slapt, Slapt, ele continuou batendo apesar de meus pedidos, tentei fugir, mas ele me segurou e disse para que eu aceitasse meu castigo, Slapt, Slapt, Slapt, ele continuava a bater eu me segurava nas colchas para suportar melhor a dor que suas mãos estavam me causando.

Slapt, Slapt, Slapt, derrepente ele parou, pensei: "que bom terminou", mas a pausa foi curta, apenas o tempo suficiente para levantar minha saia e baixar minhas calcinhas, vi pelo espelho que meu bumbum estava vermelho, mas vi também quando ele pegou a palmatória e começou a me bater novamente. Slapt, Slapt, Slapt, Slapt, cada golpe em um lugar diferente das nádegas e com intervalos também diferentes. Slapt, Slapt, Slapt, a está altura já não conseguia mais segurar em nada e minhas lágrimas escorriam pelo meu rosto, apesar das súplicas ele continuou a bater Slapt, Slapt, Slapt, Slapt, não sabia o que pensar, mas no fundo eu estava gostando daquilo.

Quando terminou ele apreciou sua obra prima, me acariciou, disse que havia doido mais nele, mas eu estava merecendo ele dizia.

Me sentou em seu colo e me abraçou até eu terminar de chorar, me beijava como nunca havia me beijado antes. Sentia suas mãos em minhas costas, me acalmando e me acariciando.

Habilmente ele me deitou em sua cama e fizemos amor ali como jamais havia feito antes. Adorei cada minuto, cada toque seu e juntos ele me fez gozar por duas vezes.

Antes de dormirmos ele passou um creme em meu bumbum que ardia muito, ele disse que eu iria me lembrar por muito tempo daquele feriado, e que provavelmente iria me comportar melhor agora.

Realmente nunca esqueci a primeira surra que ele me deu, não preciso nem dizer que nos outros dias me comportei exemplarmente. Foi um feriado memorável.

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