Olá, me chamo Carolina, tenho hoje 25 anos, sou loira, olhos verdes, 1,64m, 50 quilos, sempre fui de classe média alta e hoje sou publicitária. Sempre senti uma necessidade de externar algumas situações que vivi, e acredito que este seja o espaço ideal.

Quando estava na adolescência fui uma típica adolescente rebelde, aprontava freqüentemente, desobedecia e respondia meus pais, saia sem autorização, ia em boates com documentos falsos, chegava em casa bêbada, bebia depois do colégio com certa freqüência. Meus pais nunca tiveram controle sobre mim, minha mãe sempre pedia ajuda a minha tia Raquel que tinha muita paciência, sempre conversava comigo, ela não era minha tia de verdade, era minha madrinha, sempre foi a melhor amiga de minha mãe.

Tia Raquel era solteira, já tinha sido casada, mas por pouco tempo, devia ter na época uns 40 anos, morena, pouco mais de 1,70, não era gorda mas tinha um corpo grande e forte, bem malhado, tinha Raquel era Advogada e Administradora, muito bem sucedida, e tinha a cabeça muito aberta, sempre me contava o que ela e mamãe aprontavam quando eram mais jovens.

Certa vez, quando estava com 17 anos, fui passar  duas semanas na casa de tia Raquel porque meus pais iam estar fora do país, isso era normal de acontecer, eu tinha até quarto na casa dela e adorava ficar lá.

Quando cheguei tia Raquel me recebeu muito bem, com muito amor e carinho como sempre, ela me falou que ia sair pra trabalhar, mas havia comprado pizzas e algumas cervejas, que eu podia chamar alguns amigos e ficar na piscina, só não poderia mexer nos seus vinhos e em sua coleção de discos, isso já era uma regra antiga.

Resolvi não chamar apenas alguns amigos e sim vários, ficamos na piscina e tomamos todas as cervejas, mas meus amigos queriam continuar bebendo e pensei uma única garrafa de vinho ela nem vai perceber, fomos ficando bêbados e acabei abrindo oito das garrafas de vinho caríssimos de tia Raquel, não contende ouvimos seus discos, espalhamos por toda parte, fizemos uma verdadeira baderna na casa. Quando tia Raquel chegou estava todo mundo jogado, dormindo bêbados pelos cômodos da casa. Ela ficou uma fera, expulsou todo mundo e me mandou subir no quarto.

Ela subiu logo em seguida, falou várias, disse que eu estava sem limites e que se meus pais não me punham limites ela colocaria, e ia ser naquele momento.

-Abaixe sua calcinha Carol que vou lhe dar umas palmadas (eu estava de vestido).

  Comecei a gargalhar e dizer que ela só podia estar louca, ninguém nunca havia me batido.

- Você quem sabe vai receber seu castigo por bem ou por mal.

Foi quando ela veio pra cima de mim e começou a me puxar pelo braço, sentou na minha cama e me deito em seu colo como uma criança, e começou a me dar palmadas. PLAFT, PLAFT, PLAFT. Tia Raquel era muito maior e mais forte do que eu, mas não tinha força suficiente pra me segurar berrando e esperniando em seu colo, logo eu sai e ela desistiu.

- Vai apanhar de qualquer jeito, mas já que quer da forma mais difícil.

Ela saiu do quarto e me trancou pra dentro, fiquei lá berrando e xingando.

Quando voltou estava com um cinto nas mãos, eu não tava acreditando naquilo.

- Você pode colaborar e apanhar com a mão, ou dificultar e apanhar com o cinto, como vai preferir?

- Você só pode estar ficando louca, vou contar tudo isso pra minha mãe.

- Tenho certeza que ela vai me agradecer, abaixe a calcinha.

 

Soltei um berro em negação.

- NÃO!!

Sem que eu percebesse ela me puxou pelo braço num movimento rápido e me acertou com cinto por trás. PLAAAFT. Dei outro berro, mas foi de dor, senti uma queimação por trás, ela não tinha acertado minha bunda, tinha acertado minhas coxas por trás, nessa hora comecei a chorar e pedir desculpas pelo que tinha acontecido.

- Eu quero que me peça desculpas, mas depois que eu terminar, agora abaixe a calcinha e deite no meu colo.

- Não tia eu já entendi, não vai mais acontecer.

E PLAAAFT  de novo.

- Vai ser de cinto mesmo então?

Meus olhos escorriam lágrimas, eu não falei mais nada, abaixei a calcinha, ela  se sentou na cama e fez sinal para que eu deitasse em seu colo. Levantou meu vestido e deixou minhas nádegas brancas a mostra, em baixo, nas coxas duas marcas vermelhas, das cintadas que tinha tomado.

E tia Raquel começou, PLAFT, PLAFT, PLAFT, PLAFT, PLAFT, PLAFT, PLAFT, PLAFT, PLAFT, PLAFT, PLAFT, PLAFT,  PLAFT, PLAFT, PLAFT, PLAFT, PLAFT, PLAFT, PLAFT, PLAFT, meus olhos cheios de lágrimas uma dor com ardor, sentia minhas nádegas queimando, comecei a pedir para que parasse, chorava muito, e ela ignorava, PLAFT, PLAFT, PLAFT, PLAFT, PLAFT, PLAFT, PLAFT, PLAFT, PLAFT, PLAFT, PLAFT, PLAFT, PLAFT, PLAFT, PLAFT, PLAFT ela começou a bater várias vezes do mesmo lado e depois várias do outro, era pior do que quando estava alternando entre ao dois lados das nádegas. PLAFT, PLAFT, PLAFT, PLAFT, PLAFT, PLAFT, PLAFT de um lado, e PLAFT, PLAFT, PLAFT, PLAFT, PLAFT, PLAFT, PLAFT do outro.

Finalmente ela parou, eu chorava muito, minha bundinha branca estava bem rosada, inteira, e pegando fogo. Ela pediu pra que eu levantasse, e agora sim pedisse desculpas, fiz o que ela mandou, ela aceitou e saiu do quarto. Fiquei lá, chorando e espantada com o que havia acontecido, com a bundinha ardendo pra cima e de fora.

Depois de uma hora ela voltou ao meu quarto,me deu um beijo na testa e passou um creme na minha bundinha rosa, foi ótima a refrescância. Disse que de agora em diante seria assim toda vez que achasse necessário, e que não falaria nada pra minha mãe, mas que se eu quisesse contar tudo bem. Eu nunca contei nada pra minha mãe. E essa foi a primeira de muitas surras que tia Raquel me daria, a última que levei, eu já era uma mulher de 21 anos. Hoje eu aprendi que no sexo um tapinha não dói, mas naquela época era muito diferente, eram surras de correção e sempre as considerei assim, em muitas horas odiei minha tia, mas hoje sei que suas surras colaborou muito com o meu caráter. Ao poucos vou contando as outras experiências.
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