Era uma família tradicional e meu pai sempre trabalhou muito em sua própria empresa. 

Quando menina, também era disciplinada ¨tradicionalmente¨ pelo meu pai, muito rígido com minha educação. Qualquer deslize, meu pai me colocava no colo e o chinelo descia forte na bunda. Sair sozinha só depois dos 15 anos e chegando as 8 da noite em casa. Um minuto de atraso, já sabia que meu pai estaria esperando sentado no sofá do seu escritório, ainda de terno. Nem me atrevia a dar uma palavra de justificativa, entrava direto pro escritório e já deitava no colo dele para ser ¨disciplinada¨como ele dizia. Eram palmadas com a mão e muitas chineladas também. 

Aos 17 anos, fui para um colégio de freiras, longe de casa e voltava aos fins de semana para casa. Depois entrei para faculdade e com emprego, praticamente esqueci que existia a casa do meu pai. Passei bem uns 15 anos longe e falando com meu pai por telefone e o vendo umas 2 vezes ao ano. Com o tempo fui percebendo que meu pai não era mais tão ¨durão¨ e as vezes falava de forma bem doce comigo. Eu pensava: é a idade chegando ...ele ficava sozinho em casa com os empregados, apesar de ainda trabalhar na direção de sua empresa. 

Ano passado fiquei sem meu emprego de mais de 10 anos. De uma hora pra outra precisei dividir o apartamento. P assei uns 3 meses procurando novo emprego e não consegui e não suportava mais dividir o apartamento naquele momento de stress com pessoas totalmente diferentes de mim. Cheguei ao fundo do poço e conversando com meu pai por telefone ele fez a proposta: 

¨Filha, venha passar uns tempos aqui, relaxe e tome novo fôlego para procurar um novo trabalho, afinal aqui você terá seu quarto e empregados e será um novo ânimo para mim também, que passo muito tempo sozinho quando volto da empresa¨. 

Estava tão fragilizada e cansada com a situação que liguei pro papai no outro dia e aceitei. 

Os primeiros dias na casa do papai foram só alegria e jantávamos juntos todas as noites e conversávamos muito. Estava me sentindo segura e de aconchegada de volta ao meu quarto, e agora mobiliado com ar condicionado, computador, armários embutidos, e tudo mais que papai tinha arrumado para minha estadia. 

Até que uma noite saí com uma amiga para o shopping e a última sessão do cinema. Cheguei em casa depois das 23h. 

Abri a porta bem devagar para não acordá-lo, passei pela sala de espera e entrei na sala maior. Para minha surpresa papai estava no sofá. Eu disse: 

- Boa noite papai, até agora acordado?
- Estava esperando pela senhorita. respondeu papai
- Não precisava se incomodar ... - disse isso um pouco sem graça por tirá-lo de sua rotina de dormir cedo.
- Não me incomodou em nada e não vai nunca mais incomodar, porque agora vamos definir algumas regras mocinha.

Fiquei pasma! e disse: 

- Ok!
- Pode vir até aqui que vou discipliná- la agora! disse papai
- Como disse??!! respondi eu, ainda pasma e sem acreditar no que ouvia. 

Papai se levantou, me pegou pelo braço e me puxou para seu colo. 

Fiqui sem ação! afinal, eu era ¨visita¨, tudo bem que sou filha, mas era ridículo uma mulher de 35 anos deitada no colo do papai para levar umas palmadas. 

E foi o que aconteceu. Eu comecei a gritar: 

- Me larga papai, esta louco?! 

E meu pai respondeu: 

- Filha minha, que mora debaixo do meu teto, me obedece! caso contrário esta será a primeira de muitas surras nessa bunda! 

Eu gritava: 

- Não faça isso papai, os empregados vão ouvir! . 

Enquanto eu fala ele levantava meu vestido e descia a mão com toda força na minha bunda repetidamente! Plaft, Plaft, Plaft .... eu gritava e pedia por favor: 

- Chega papai ! eu vou embora de casa se continuar! ... 

Mas nada adiantava, e pior, agora ele arriava minha calcinha! 

Aí comecei a gritar como louca... 

- Não! Nãooooooo!!! 

E ele dizia: 

- você é minha filha e não interessa que idade tenha, se não obedecer enquanto estiver na minha casa vai ter essa bunda surrada até aprender a obeder as regras, sabe que nunca adimiti filha minha chegando tarde em casa! 

E PlAFT, PLAFT, PLAFT, PLAFT, PLAFT .... 

E agora estava eu , uma mulher de 35 anos, de calcinha arriada, deitada no colo do papai, levando uma surra na bunda! E piorou quando papai falou: 

- Agora levanta e vai pegar o chinelo! 

Eu voltei a memória da infância e adolescência quando ele fala a mesma coisa. 

E lembrei também de como doía a surra com o chinelo. Era um chinelo de solado pesado de couro. Rezei para não ser igual, quem sabe ele resolvera mudar de marca .... 

Eu implorei 

- Não papai, chegaaaaaa, eu passo a obedecer!! 

Ele responde: 

- Tarde demais, devia ter pensado antes! Agora pega o chinelo, se demorar será pior! 

Levantei e corri ainda com a calcinha arriada e com a bunda ardendo, peguei o chinelo perto da mesa. 

Era a mesma marca! chinelo de solado de couro! estremeci só de ver o chinelo! 

- Se demorar apanha mais mocinha! disse papai. 

Corri e entreguei o chinelo na mão do papai e deitei rápido novamente em seu colo. 

Aí ele disse: 

- Você esta muito grandinha mocinha, vai apanhar como adulta agora! não é mais criança. 

Estremeci de medo! como seria apanhar como adulta? afinal era minha primeira surra agora adulta. 

- Fica de joelhos na poltrona! disse papai. Obedeci imediatamente. 

Ajoelhei e apoiei meu corpo no encosto da poltrona. 

Papai ordenou: 

- Empina essa bunda e começa a contar! 

E o chinelo desceu com toda força, queimando minha bunda! 

Gritei e contei: 1,2, 3 ....50, 51,52 ... já em lágrimas...sentia o chinelo como fogo, parecia rasgar minha bunda de tão forte ! ... 70, 71,72 ... chorando e contando já sem forças ... amoleci o corpo e ouvi a voz de papai ordenar: 

- Já não mandei ficar com essa bunda bem empinada? Se desobedecer apanha mais! 

Empinei a bunda o máximo que pude, de joelhos, apoiada nas costas do sofá. 

Chorava baixinho para não chamar atenção dos empregados. E continuou ... 85,86,87 ... sentia a bunda pegando fogo e cada chinelada parecia ser mais pesada que a outra ... sentia minha bunda amassando e pegando fogo! 

Enfim quando cheguei a 98,99, 100 ... pensei: acho que agora terminou! 

E tive a infeliz ideia de sair da posição. 

- Onde pensa que vai?!! Não se atreva a levantar enquanto eu não mandar!!! falou papai de forma severa! - Por esse atrevimento comece a contar novamente! 

Entrei em desespero e implorei: 

- Nãooo papai, chega!!!! não aguento mais e já aprendi a lição!
- Não aprendeu não, se estivesse obediente esperava eu mandar a senhorita sair da posição. Agora debruça no braço do sofá, porque quero essa bunda bem empinada sem eu precisar mandar. 

Já sem forças, deitei no braço do sofá, com a bunda pra cima. E acabei gostando da posição, porque já estava exausta e não precisaria mais ficar empinando a bunda ! E pensei: Será até quantas ele vai aplicar? 

Fiquei uns 10 min naquela posição ... papai sumiu, mas nem me atrevi a mexer um dedo para procurá-lo pela sala!mas foram minutos de alívio! Por fim, ouvi os passos voltando e estremeci e ouvi a voz do papai dizendo: 

- Fui ao seu quarto para pegar suas hawaianas e quero saber que bagunça é aquela no seu quarto??!!! 
- Eu, eu ... gaguejei sem ação!
- Nem tente se justificar, já vi que vai precisar apanhar muito nessa bunda até voltar para o eixo! Passou muito tempo fora e pelo visto desaprendeu tudo! e eu não vou poupar tempo nem esforço para te colocar na linha novamente. De agora em diante sempre que desobedecer ou não seguir as regras da casa, quem vai pagar a conta é a bunda!!! 

E recomeçou a surra com a hawaiana. O solado mais mole da hawaiana aliviou o ¨massacre¨, mas papai aumentou o ritmo das chineladas .... e PLAFT, PLAFT, PLAFT, PLAFT, PLAFT tão rápído, tão rápido que não dava para eu acompanhar contando !! comecei a chorar copiosamente e alto e comecei a espernear, estava quase insurportável!! 

Foi quando vi alguns vultos passando pela porta e pensei : são os empregados que levantaram para ver o que era .... quase morri de vergonha !!. 

Perdi as contas das chineladas, muitos rápidas e vigorosas !! Só ouvia os PLAFT, PLAFT, PLAFT, PLAFT, PLAFT .. das chineladas comendo minha bunda, sem intervalos !! 

Por fim, já totalmente sem forças, mole e arriada no braço da poltrona, nem chorava mais, as lágrimas só desciam, estava inerte, totalmente entregue! só sentia as chineladas comendo na minha bunda sem parar!! 

A essa altura minha bunda já devia estar uma bola vermelha de fogo! 

E continuava a surra: PLAFT, PLAFT, PLAFT, PLAFT, PLAFT !! 

Por fim, acho que depois de umas 200 chineladas em ritmo vigoroso, meu pai falou: 

- Levanta e vai para o banheiro tomar um banho e relaxar. 

Tomei banho e fui pro meu quarto, coloquei o roupão e olhei no espelho o estado da minha bunda, muito vermelha e inchada, parecia o dobro do tamanho normal da minha bunda de tão inchada e cheia de marcas muito vermelhas do chinelo. Estava tão exausta da surra, que deitei na cama super macia e dormi na hora. 

De manhã, acordei e tentei sentar na cama. Não tinha condições de sentar! minha bunda estava muito dolorida! me virei de bruços e coloquei o pé para fora da cama e tentei levantar sem sentar. Quando olhei no espelho levei um susto! 

Nem na minha adolescência (quando papai me disciplinava) eu tinha visto minha bunda naquele estado, totalmente deformada, enorme de inchaço , vermelha e amassada de uns lados e com manchas roxas e grandes espelhadas! 

Tinha sido um massacre! Eu pensei que, com a idade do papai, ele pegaria leve ... mas parecia que ele tinha se especializado naquilo e continuava com todo vigor e mais força ainda! 

Na hora fiquei com raiva e resolvi arrumar minhas coisas e ir embora. 

Quando sai do quarto, meu pai me chamou com uma voz doce e carinhosa: 

- Filha, vem tomar o café da manhã! 

Quando entrei na saleta da cozinha, a mesa estava linda, com as frutas que eu gostava, café forte como eu gosto e a empregada fazendo omelete na cozinha. ... aquele cheiro me trazia tantas lembranças ... que eu me rendi ... meu pai já estava de terno, super alinhado e parecia revigorado e super bem disposto! Levantou e pegou uma almofada e colocou sobre a cadeira que ia sentar. Eu sentei lentamente, e vi a empregada olhando meio ¨sem graça¨ , provavelmente ela e o marido (caseiros e empregados) que passaram na porta e ficaram vendo tudo na noite anterior.... Meu pai falou: 

- Filhinha querida, papai vai trabalhar e você tem o dia inteiro para fazer o que quiser ... a noite esteja em casa para o jantar! Não esqueça de arrumar seu quarto! A noite, papai vai trarei um presente que encomendei agora pela manhã para você ! 

Se levantou e me beijou carinhosamente na testa e alisou meu cabelo com carinho .... me lembrei dele fazer isso quando eu era pequena ... Bem, eu continuo sem emprego e confesso que não estou fazendo muita força para encontrar ... e as vezes chegou um pouco mais tarde em casa e ...já vou direto para o colo do papai e depois pego o chinelo ... não me incomoda mais levar umas surras na bunda, já me acostumei e confesso que gosto dos mimos do papai no outro dia. 

E assim eu e papai continuamos ... sei que ele faz isso por amor e zelo comigo.

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