Eu era uma garota de 18 anos recém completados, e estava para prestar vestibular naquele ano,queria entrar para uma das mais importantes faculdades de São Paulo, que  era onde eu morava e era conhecida pelos meus olhos castanhos fortes e expressivos, e pela minha teimosia. Chamada de Aninha pelos mais íntimos.

 

Bom, o vestibular estava chegando, e meu pai no corre corre, enchia o meu quarto de livros, que por sinal, eu nem tocava. Ele estava muito entusiasmado, mais eu só sabia ir ao shopping, namorar, passear, não queria saber de livros.

 

_ E os estudos filha? Meu pai perguntava ,me olhando de canto, enquanto eu descia as escadas apressada para sair.

_ Ah pai, eu compenso, amanha. Dizia eu sem lhe dar atenção saindo.

 

Ate que um dia o conheci.

 

Minhas amigas tinham me convidado para uma festa. Eu já estava descendo as escadas, colocando um brinco que faltava,passando um brilho nos lábios, e mal segurando a minha bolsa.

 

_ Aninha venha ate a sala querida. Chamava meu pai.

_ Paizinho, estou atrasadinha. Gritei.

_ Ana Carolina, venha ate a sala, ou você vai estar encrencadinha. Meu pai gritou um tanto alterado.

 

Cheguei na sala, arrumando o cabelo pelo espelho de parede, quando os meus olhos se cruzaram com os dele, azuis gelados.

 

_ Oi, Aninha. O estranho disse quase sussurrando.

_ Não me chame assim, eh Ana carolina pra você. Lhe respondi, não me deixando abalar. Afinal se tratava de um homem de quase dois metros de altura, com um perfume fantástico, e olhos azuis gelados.

_ Aninha, olha você não se lembra do Júlio, ele eh professor , meu melhor amigo, e vai te ajudar com o vestibular. Meu pai disse.

_ O que? Gritei chocada.

_ Isso mesmo Aninha, eu... ele não terminou de falar.

_ Significa que ELE vai me dar aulas pai? Perguntei revoltada para o meu pai.              

 

Gritei, xinguei, pois eu nem vi onde foi sapato, bolsa, presente, e sai pisando fundo, quase explodindo de raiva. Meu pai e o Júlio me seguiram ate o pé da escada.

 

_ Acho bom você se acostumar com a ideia, mocinha. Gritou meu pai, tentando parecer serio, e o tal de Júlio, só balançou a cabeça e da um leve sorriso com os cantos dos lábios. 

 

A manha daquele ensolarado dia de abril ,estava perfeitamente arrumada,linda e perfumada, pela lavanda colocada em minhas roupas de cama.  Meio grogue desci as escadas, disposta a acordar com o cafe, quando passo por um homem sentado em minha sala de estar.

 

_Bom dia. Digo e continuo meu trajeto ate a porta da cozinha e me paraliso.                  _ Aninha. Júlio me comprimenta, sem sorriso algum.

_ Eu repito, não me chame assim. lhe respondi, olhando para os lados, percebendo que não havia um único empregado na casa.

 

E ele de repente me encarou,serio mesmo, me intimidando.

 

_ O que VOCE. esta fazendo aqui. Eu perguntei bem mal educada mesmo. _ Seu pai me contratou. Júlio tirou os óculos...

_ Não acredito em você.

_ Você ouviu tudo ontem,mocinha. Ele sorriu brevemente e colocou alguns livros em cima da mesa, balançando a cabeça enquanto eu me sentava emburrada no sofá.

_ Larga de preguiça, são só algumas horas. Ele me disse estralando os dedos.

_ Algumas horas??

_ Isso, mocinha.

_ Mais que droga. Disse fazendo beicinho.

_ Eu serei seu professor, nos vamos estudar, você querendo ou não. Disse com a voz quase num sussurro.

 

Eu apenas o olhava com aquela famosa carinha de nojo, que só as meninas mimadas conseguem fazer,e sem esperar decidi me impor,pois ele não me mandava,eu faria oque eu quisesse.

 

_ Eu nao quero que "você" me dê aulas. Eu disse me sentindo poderosa demais.

 

Mais o Júlio permaneceu serio, com os olhos azuis gelados, me olhando apenas um pouco mais bravo.

 

_ Foi seu pai que me contratou para lhe ensinar, quer seja pelo seu gosto menina, ou pelos meus termos.

_ E que termos você vai usar se eu não quiser? Perguntei sentindo  aquele friozinho na espinha e aquela famosa vozinha "não brinca com fogo".

 

Foi ai que o primeiro choque aconteceu,quando os meus olhos castanhos tiveram certeza, que viram o Júlio, tirar de sua mochila, uma daquelas réguas de madeira bem antigas,e coloca la em cima da mesa com muita força.

 

_ Estes. Completou ele com um misto de excitação e raiva ,deixando o azul dos olhos mais intensos.

_ O que você vai fazer? Não pude deixar de perguntar. Ele deu um leve sorriso e caminhou ate a mesinha bem devagar, e pegando a régua, se sentou bem próximo de mim.

_ Me dê a sua mão.

 

Ele me pediu com calma, estava sereno, já eu estava gelada, o medo me paralisava.

 

_ Não, você não pode fazer isso. Gritei assustada, fechando os olhos por um momento, mais Júlio já tinha pegado a minha mão.

_ Malcriada. Foi a ultima coisa que ouvi, antes de tudo ficar paralisado, o perfume dele, o rosto serio e a régua subindo no ar.

 

O impacto em minha mão, causou um choque, e eu exagerada como sou gritei mais que devia.

 

_ Aiiiiiiiiiii

_ Me prometa que agora você vai ser boazinha, e que vamos estudar. Ele me pediu com calma.

 

A tensão era tanta que tudo aconteceu automaticamente, que de um momento para o outro, eu já estava fora de mim, e arrancando a régua das mãos do Júlio a quebrei.

 

_ Quem você pensa que é? Gritei jogando os pedaços da régua nele, que como alguém que esperava por isso caminhou bem devagar em minha direção.

_ Eu penso que sou alguém que vai te ensinar bons modos, sua menina malcriada. 

 

Júlio disse me puxando para perto do sofá, onde se sentou e me jogou sobre seu colo de bumbum pra cima.

 

_ Júlio, me solta, me soltaaaaa. Eu gritei.

_ Não, não vou te soltar, antes de deixar esse bumbum bem vermelho, com as palmadas que você merece. Júlio me disse agora bravo de verdade, já levantando a minha saia e arrancando a minha calcinha e jogando a longe.

_ Palmadas? Não, você... você vai me machucar.

_Deveria estar com medo mesmo. Ele sorriu balançando a cabeça.

 

Foi quando eu senti um silencio, dai eu já tinha certeza que ele estaria olhando o meu  bumbum, quando ouvi um barulho seguido do ardor da primeira palmada.

 

Plaft

 

_ Aiiiiii, me soltaaa. Eu estava perdida.

_ Aninha, calada! Ou sera pior. Júlio sussurrou no meu ouvido.

 

Plaft Plaft Plaft

 

_ Aiiie, aiii aiai. Eu gritava muito, e esperneava para tentar escapar das palmadas.

_ Tá Plaft Plaft vendo Plaft Plaft o que acontece Plaft Plaft com as meninas Plaft Plaft malcriadas Plaft Plaft? Dizia Júlio, a cada duas palmadas em meu bumbum, alternando os lados.

_Droga... aiaiii Júl... aiaiai par... aiaiai tá doen... aiii. Eu já estava para chorar, mais não queria dar esse gostinho a ele.

_ Oh que gracinha, a menininha, tá de bumbum vermelho é? Ele sussurrava mais uma vez.

 

Plaft Plaft Plaft Plaft Plaft Plaft Plaft

 

_ Aiih para, aiii por fav.. aiaiie , ta doen... aiii. Eu ja sentia o bumbum arder de verdade.

_ Ta doendo, tá?

 

Plaft Plaft Plaft Plaft  Plaft Plaft Plaft Plaft Plaft Plaf 

 

_ Espero Plaft não Plaft ter Plaft que Plaft fazer Plaft isso Plaft de novo.

 

Plaft Plaft Plaft Plaft  Plaft Plaft Plaft Plaft Plaft Plaft Plaft Plaft Plaft  Plaft Plaft Plaft Plaft Plaft Plaft Plaft Plaft Plaft  Plaft Plaft Plaft Plaft Plaft 

 

E enfim ele parou, mas ficou um bom tempo observando meu bumbum todo vermelho, com marcas de dedos e ardendo muito. Quando ele me levantou, só viu um beicinho e uma cara emburrada no meu rosto, e percebeu que eu estava segurando.

 

_ Ah! Não chorou a menininha?

 

Eu o olhava assustada fazendo beicinho, então ele me deitou no colo e me deu mais seis palmadas estraladas no bumbum.

 

Plaft Plaft Plaft Plaft Plaft Plaft

 

_ Aiii Eu não faço mais, aiii vou me comportar, aiiiii eu ... eu... buaaa  buaaa buaaaaaa...

 

Entre soluços eu me desculpava e chorava, e senti que só com as minhas lagrimas, Júlio estava satisfeito, completo.

 

Eu ate hoje não sei bem quanto tempo a surra durou. Quando me dei por mim, estava sentada no colo dele de ladinho, esfregando os olhos molhados, com ele me olhando serio.

 

De repente ele me levanta do colo, se levanta e pega algumas folhas de papel e me entrega.

 

_ Irá escrever aqui. "Eu não vou ser malcriada, vou obedecer ou já sei o que aguarda meu bumbum" Por 600 vezes.

_ O que? Eu quase não acreditava.

_ Você me ouviu bem. Disse me puxando ate o meu quarto, nua da cintura para baixo.

 

Com muito medo dele me deitei em minha cama de bruços e comecei a escrever.          Escrevi, escrevi, ate não aguentar mais, nem sei por quantas vezes, quando adormeci em minha cama lentamente, em meio a folhas de papel escritas, com os cabelos soltos, sendo vigiada por ele, sentado em minha poltrona cor de rosa com aqueles olhos azuis gelados.

 

Júlio se levantou, chegou bem perto da cama, apreciou meu bumbum vermelho ainda a mostra, passou a mão de leve, sentindo que ainda ardia.

 

_ Esta segura em seus sonhos minha menininha malcriada, segura por enquanto.

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