O Major João era comandante do quartel Sete de Setembro, e ele nomeava o pessoal da administração. A pedidos de amigos, ele colocou uma moça muito jovem chamada Bruna Fernander para chefiar o departamento de contabilidade. 

Três meses depois, o Major João chamou a moça para uma reunião privada em seu gabinete. 

- Pois não, senhor? 
- Dona Bruna Fernander, entre. 

Bruna entrou e puxou a cadeira. Mas antes dela se sentar o Major falou com voz áspera. 

- A senhorita não tem permissão para se sentar, Dona Bruna Fernander! Fique em posição de sentido! 

Bruna olhou assustada para o Major. Ela ficou em posição de sentido diante da mesa. E ela pensou: 

“Ai, ai, ai... será que ele descobriu tudo?” 

O Major, sentado, pegou alguns papeis. Ficou um pouco de tempo olhando para os papeis e para a sua subordinada. Afinal, disse: 

- Sabe, Dona Bruna Fernander, está faltando uma grande soma de dinheiro no orçamento. A senhorita entende o que quero dizer? 
- Sim, senhor Major. 
- Então, essa grande soma de dinheiro em falta atraiu nossa atenção, e iniciamos um inquérito. 
- Sim, senhor Major. 
- Nós descobrimos que o dinheiro começou a faltar no dia em que a senhorita começou a chefiar o departamento de contabilidade. É uma interessante coincidência, não acha? 
- Sim, senhor Major. 
- Muito bem, a investigação prosseguiu e, como a senhorita pode imaginar, descobrimos outras interessantes coincidências. 
- Sim, senhor Major. 
- Descobrimos, também, que o dinheiro tem sido enviado para uma conta bancaria em país estrangeiro. Um agente federal foi até esse banco fazer perguntas e o gerente disse que a conta foi aberta por uma jovem senhora. O agente pediu uma descrição dessa jovem senhora, e o gerente descreveu uma moça muito parecida com você e com a sua idade. Essa é mais uma interessante coincidência, não acha, senhorita Bruna Fernander? 
- Sim, senhor Major. 
- A senhorita parece um tanto perturbada, senhorita Bruna Fernander. 
- Sim, senhor Major. 

De fato, Bruna Fernander estava muito pálida, suava frio, mordia os lábios e, embora teimasse em permanecer na posição de sentido, tremia como uma fina vara num dia de vento. 

- Bem, continuando: quando recebemos a descrição, achamos melhor enviar uma foto ao gerente do banco estrangeiro, e ele confirmou que a jovem senhora que abriu a conta era a senhora da foto. Mas isso, eu creio, não é uma surpresa para a senhorita. Eu não estou certo, senhorita Bruna Fernander? 
- Sim, senhor Major. 
- Muito bem. Em seguida, resolvemos investigar suas finanças pessoais, senhorita Bruna Fernander. E descobrimos que a senhora comprou, desde que o dinheiro começou a faltar, um carro, um computador de ultima geração, um enorme guarda-roupa com várias marcas de grife, e começou a pagar as prestações de uma casa de campo, uma casa de praia, e ainda uma viagem a Paris, para esse ano, e uma viagem a Nova York, para o próximo ano. E a sua única fonte de renda oficial é o salário de uma contadora oficial de um quartel do exercito. O que parece ser impressionante. Principalmente porque até três meses atrás a senhorita não tinha salário nenhum. É um caso muito estranho, para dizer o mínimo, senhorita Bruna Fernander. 
- Sim, senhor Major. 
- Em seguida, fomos até as empresas onde a senhorita comprou todas essas coisas, para saber como a senhorita as pagava. E, aí surge a mais interessante coincidência neste caso: a senhorita pagava com um cartão de crédito que, por coincidência, era um cartão do banco onde foi aberta a conta na qual era depositado o dinheiro desviado do quartel. Mais exatamente, o cartão era da mesma conta. Ou seja: o dinheiro desviado do quartel, dinheiro que a senhorita administrava como contadora, era o mesmo dinheiro que financiava à senhorita uma vida de muito luxo, e muito cara. Essa é a mais interessante coincidência. 
- Sim, senhor Major. 
- Enfim, senhorita Bruna Fernander, temos provas bastantes para demiti-la e ainda mandá-la para a prisão (O Major João pegou a pilha de papeis que estava lendo e a arrumou em um envelope). Mas a senhora deve saber muito bem disso. 
- Sim, senhor Major. 
- No entanto, a senhorita é filha de dois grandes amigos meus. É sobrinha do meu cunhado. É minha afilhada de batizado. E a sua família já ajudou a minha muitas vezes. Além do mais, eu acho que a senhorita está em condições de devolver todo o dinheiro desviado. 
- Sim, senhor Major (Bruna Fernander suspirou aliviada). 
- Mas o que a senhorita fez é muito grave para ficar sem um castigo conveniente, e eu acho que a senhorita sabe disso e concorda comigo. 
- (Ai!) Sim, senhor Major. 

O Major João se levantou, foi para atrás da Dona Bruna Fernander. Ela o acompanhou com o olhar e moveu o corpo, e o Major gritou: 

- Sentido! 
- Sim, senhor Major. (Bruna Fernander se endireitou imediatamente). 
- Eu acho que a senhorita sabe o que significa um castigo conveniente. 
- Sim, senhor Major. 
- Eu acho que a senhorita também sabe o que deve fazer agora. 
- Sim, senhor Major. 

Bruna Fernander se abaixou para pegar a sandália que estava calçando e a entregou para o Major João, e logo depois voltou para a posição de sentido. 

O Major João em seguida deu seis fortes golpes de sandália na bunda de Bruna Fernander. Ela balançou um pouco o corpo e o Major João disse bem áspero: 

- Sentido! 
- Sim, senhor Major. 
- Você sabe que só pode deixar a posição de sentido quando autorizada, não sabe? 
- Sim, senhor Major. 

O Major João, então, voltou a bater com a sandália na bunda de Bruna Fernander, mas desta vez esta ficou firme, em pé, na posição de sentido. Ela ainda fez algumas caretas, durante seu castigo, mas permaneceu firme. Os golpes de sandália eram fortes, eram rápidos, e não acabavam: sete, oito, nove... quem sabe vinte, trinta, quarenta? A pobre contadora ladra já tinha perdido a conta da surra que estava levando. O Major parou, se aproximou do rosto dela, e perguntou áspero: 

- Eu acho que é muita bondade minha permitir que você continue com a saia, senhorita Bruna Fernander. A senhorita merece uma surra com a bunda nua. 
- Sim, senhor Major. 
- Mesmo assim, eu não levantarei sua saia e nem pedirei para a senhorita levantar. Eu sou um homem sério e acho indecoroso aproveitar de minha posição de autoridade para ver o traseiro de uma subordinada, principalmente se essa subordinada é uma donzela de uma família amiga. 
- Sim, senhor Major. 
- Mas a senhorita, sem qualquer dúvida, merece um castigo muito maior do que sessenta golpes de sandália no traseiro protegido por sua saia. 
- Sim, senhor Major. 
- Então, eu acho que darei mais cento e sessenta golpes no seu traseiro, já que ele está protegido por sua saia. Assim, a surra é mais justa. 
- Sim, senhor Major. 

E o Major João voltou a bater com a sandália na bunda de Bruna Fernander. E vieram mas dez, quinze, vinte, trinta, quarenta golpes de sandália, que fizeram a contadora, sempre em posição de sentido, derramar algumas lágrimas em seu belo rosto. “Ai, meu Deus”, pensava ela, “quando isso vai terminar? Eu queria dinheiro para ter uma boa vida... eu mexo com tantas somas de dinheiro todos os dias e nunca posso comprar nada bom para mim... a tentação foi grande... eu sei que errei e mereço apanhar, mas é muito, e eu ainda tenho que fazer força para não sair da posição de sentido, senão o Major João fica mais irritado e vai querer bater mais na minha bunda...” 

A contadora corrupta já tinha perdido a conta da surra de sandália que estava levando. Quando ouviu a voz do Major João dizendo “chega” foi para ela um grande alívio. Mas ela ainda não estava autorizada a sair da posição de sentido. Então ela ficou em pé, dizendo: 

- Foi um castigo duro, não foi, senhorita Bruna Fernander? 
- Sim, senhor Major. 
- Mas eu creio que foi também um castigo realmente conveniente. 
- Sim, senhor Major. 
- A senhorita ainda deve me agradecer por não tê-la obrigado a levantar sua saia. 
- Sim, senhor Major. 
- Eu ainda tenho que organizar a papelada, por causa de seu desvio de dinheiro do quartel. Isso pode demorar até tarde da noite. Eu acho muito justo que a senhorita fique aí mesmo, em posição de sentido, até eu terminar, como uma menininha de castigo num canto. 
- Sim, senhor Major. 

Depois o Major João não dirigiu mais a palavra a dona Bruna Fernander. Ela ficou em sentido até tarde da noite, e isso demorou seis horas. Suas pernas doíam quase tanto quanto sua bunda quando ela finalmente foi dispensada da posição de sentido. Em sua casa, quando ela tirou as calcinhas, sentiu um grande alívio, com o ar sereno da noite aliviando a pele vermelha de sua bunda. Ela se olhou no espelho e sentiu uma grande pena de si mesma vendo suas nádegas vermelhas. A proteção da saia e das calcinhas não foram bastante para que sua bunda deixasse de ter várias marcas triangulares, deixadas lá pelo bico fino e duro da sandália. 

No dia seguinte, ela teve que acompanhar o Major João a todas as lojas onde tinha comprado alguma coisa nos últimos três meses. Quase tudo foi devolvido. Alguns funcionários estranharam que Bruna Fernander usasse uma almofada para poder se sentar, mas ninguém fez comentários sobre isso. Os olhares curiosos dos funcionários deixavam ela muito envergonhada, quase tanto quanto o olhar irônico do Major João. Mas ela tinha que agradecer por não ter sido presa nem demitida. 

Outra contadora teria jurado nunca mais desviar dinheiro de lugar nenhum, mas Bruna Fernander apenas pensava: “Da próxima vez, vou usar um laranja, uma pessoa que não permita que eles cheguem até mim. Daqui há dois anos terão esquecido disso. E desta vez eu vou me dar bem”.

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